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Athletico vence o Inter, conquista a Copa do Brasil e chega ao 31º título da sua história

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Foto: Paulo Lisboa
Foto: Paulo Lisboa

O Athletico Paranaense é campeão da Copa do Brasil de 2019. A conquista foi nessa quarta-feira (dia 18) à noite, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, com a vitória por 2 a 1 sobre o Internacional, na partida de volta da final. No jogo de ida, em 11 de setembro, na Arena da Baixada, o time paranaense venceu por 1 a 0. Com isso, só precisava do empate para garantir o título em Porto Alegre.

O gol como visitante não é critério de desempate na competição. A equipe gaúcha precisava vencer por dois ou mais gols de diferença para ficar com a taça.

HISTÓRICO

O futebol paranaense nunca havia conquistado a Copa do Brasil, criada em 1989. O Athletico chegou perto em 2013, quando acabou como vice, após perder a decisão para o Flamengo. O Coritiba foi duas vezes vice-campeão do torneio. O Inter conquistou o título uma vez, em 1992.

Agora, o Athletico soma 31 títulos importantes na história: um Brasileirão, uma Copa Sul-Americana, uma Copa do Brasil, uma ex-Copa Suruga (J.League YBC Levain Cup/Conmebol Sudamericana Championship), uma Seletiva da Libertadores, uma Série B do Brasileiro e 25 estaduais.

Esse foi o quarto título do técnico Tiago Nunes no comando do Athletico: Paranaense 2018, Copa Sul-Americana 2019, ex-Copa Suruga 2019 e Copa do Brasil 2019.

PRÊMIOS

Com a conquista, o Athletico terminou a Copa do Brasil com R$ 64,3 milhões: R$ 2,5 milhões pelas oitavas de final, R$ 3,1 milhões pelas quartas, R$ 6,7 milhões pela semifinal e R$ 52 milhões pela vitória na final.

Além da premiação em dinheiro, o clube paranaense ganhou uma vaga na Copa Libertadores de 2020, direto na fase de grupos, e também tem o direito de disputar a Supercopa 2020, contra o campeão brasileiro de 2019.

ARTILHEIROS

Os gols da vitória foram marcados pelo meia Léo Cittadini, que agora soma três gols em 21 jogos pelo clube, e pelo ponta Rony, que tem 7 gols em 32 partidas pela equipe.

Os artilheiros da Copa do Brasil 2019 foram Guerrero (Inter), Pipico (Santa Cruz) e Luciano (Fluminense), com cinco gols cada. Os goleadores do Athletico na competição foram Rony e o centroavante argentino Marco Ruben, com dois gols cada.

ESCALAÇÃO

O Athletico repetiu a escalação usada no primeiro jogo da final. Os desfalques eram os mesmos dos últimos meses. O zagueiro Pedro Henrique, os laterais Abner Vinícius e Adriano e o meia Everton Felipe não poderiam jogar a Copa do Brasil 2019 pelo clube. O lateral-direito Jonathan e o meia Bruno Nazário estavam em recuperação. O zagueiro Thiago Heleno e o volante Camacho cumpriam suspensão por doping. O esquema tático foi o mesmo 4-2-3-1 de sempre, com Wellington e Bruno Guimarães como volantes. A linha de três tinha Nikão (direita), Cittadini (centro) e Rony (esquerda).

No Inter, o meia D´Alessandro, 38 anos, era o desfalque, por lesão muscular. Ele foi substituído por Wellington Silva. O esquema tático era o 4-1-4-1.

PRIMEIRO TEMPO

Os primeiros 20 minutos foram de pressão do Inter. O Athletico ficou recuado e teve dificuldades para jogar, mas soube aguentar a pressão e só permitiu uma chance ao adversário – logo no primeiro minuto. Quando conseguiu construir a primeira boa jogada, o Furacão abriu o placar. Aos 23 minutos, Rony avançou pela esquerda e tocou para Marco Ruben, na área. Ele ajeitou para Léo Cittadini, livre, chutar no canto e marcar 1 a 0. O Inter seguiu pressionando e empatou em seguida, aos 30. Após escanteio e bate-rebate, Lindoso cabeceou no travessão. Nico López pegou o rebote e chutou para dentro: 1 a 1.

NERVOSISMO

No intervalo, o volante Bruno Guimarães explicou o clima no campo. “A gente está muito atrás. Fizemos o gol e nos defendemos muito. Temos que sair mais com a bola. Estamos desesperados. Tem que ter mais calma para sair daqui campeão”, declarou.

SEGUNDO TEMPO

No intervalo, o Inter tirou Patrick e colocou o atacante Rafael Sóbis. O jogo seguiu com o Inter avançado e o Athletico esperando uma oportunidade para contra-atacar. Aos 10, saiu o lateral Bruno e entrou o meia Nonato. Edenilson virou lateral-direito. Aos 15, a primeira troca no Athletico, na lateral-direita. Saiu Khellven e entrou Madson. Aos 22, saiu Marco Ruben e entrou o atacante Marcelo Cirino. O Athletico conseguiu avançar as linhas e equilibrar o jogo. Foram poucas jogadas ofensivas dos dois lados a partir dali. Aos 35, saiu Wellington Silva e entrou o ponta Guilherme Parede (ex-Coritiba) no Inter. Aos 38, saiu Cittadini e entrou Lucho González. No fim, o Athletico teve três chances para marcar o gol do título. E aproveitou uma delas, aos 51. Marcelo Cirino deu dois dribles espetaculares e rolou para Rony chutar no canto: 2 a 1. Athletico campeão.

ESTATÍSTICAS

Nos 90 minutos, o Athletico somou 8 finalizações (3 certas), 40% de posse de bola, 68% de acerto nos passes e 1 escanteio. O Inter obteve 16 finalizações (4 certas), 60% de posse de bola, 77% de acerto nos passes e 8 escanteios. Os números são do site Sofascore.

Por, Bem Paraná. 


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