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Paraná segue em alerta contra a dengue

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O boletim epidemiológico da Secretaria da Saúde do Estado, com os números oficiais da dengue, registra hoje mais 3 casos de mortes confirmadas pela doença nos municípios de Londrina, Maringá e Cascavel.

Agora são 8 óbitos por dengue no Paraná. Os registros anteriores foram confirmados em Londrina, 4 casos, e em Cascavel, 1 caso de morte.

“A SESA mantém em sua rotina a orientação sobre medidas preventivas além de trabalhos técnicos junto aos municípios. Mas, um trabalho fundamental neste momento é o de cada cidadão, mantendo a própria casa livre dos focos e criadouros; esta é nossa missão diante da gravidade da dengue; o alerta é para toda comunidade, em todas as cidades e em todos os bairros”, afirmou o secretário da Saúde do Paraná, Beto Preto.

O Setor de Doenças Transmitidas por Vetores, da SESA, promoveu cursos e palestras sobre manejo clínico da dengue em 11 Regionais de Saúde, abrangendo os municípios com maior registro de casos, e atingiu 1.870 médicos e enfermeiros das redes de assistência municipal e privada.

Na semana que vem a Secretaria fará a capacitação nas Regionais de Saúde de Irati, Paranavaí, Telêmaco Borba e Jacarezinho.

Números da dengue - São 4.970 casos confirmados no Paraná, com 779 casos a mais que na semana passada. Deste total, 4.782 são autóctones, ou seja, foram contraídos na cidade onde a pessoa reside, e 188 são casos considerados importados, o que significa que a pessoa pegou dengue fora da cidade onde mora.

O boletim semanal mostra também aumento do número de municípios com casos confirmados: eram 170 e agora são 181.
Notificações e casos em investigação foram registrados em 319 cidades.

INCIDÊNCIAS
Os municípios com maior número de casos confirmados são Londrina, com 762, Foz do Iguaçu, com 431, e Japurá, com 338. Classificados em situação de risco de epidemia são 78 municípios paranaenses.

“Lembramos mais uma vez à população que a eliminação de focos do mosquito é a principal forma de combate à dengue; se não tem foco do Aedes aegypti não tem doença grave e por isso a importância do envolvimento de toda comunidade na prevenção”, ressaltou o médico Enéas Cordeiro de Souza Filho, do setor de doenças transmitidas por Vetores da SESA.


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