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Paraná foi o quarto maior gerador de vagas formais do país em 2018

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De acordo com os dados que acabam de ser divulgados pelo CAGED/TEM, o Estado do Paraná apresentou um saldo positivo de 40.256 vagas no ano de 2018, ocupando a 4ª posição no ranking nacional de geração de empregos formais. Com o número, o Paraná aparece atrás apenas de São Paulo, com 147 mil, Minas Gerais, com 82 mil vagas, e Santa Catarina, com 42 mil vagas.

“Os números positivos demonstram uma recuperação econômica, quando comparamos com o ano de 2017, quando tivemos a geração de apenas 13.052 vagas de empregos formais no Estado do Paraná”, explica Jefferson Marcondes Ferreira, membro do Comitê Macroeconômico do ISAE Escola de Negócios, composto por profissionais das áreas financeira e econômica e que tem como objetivo agregar valor à sociedade por meio de pesquisas, análises e interpretações de dados macroeconômicos.

Ao analisar os setores de atividades econômicas no Estado, o saldo positivo na geração de vagas formais se deve principalmente a serviços, que terminou o período com um saldo de 38.258 vagas contra 8.871 vagas do ano de 2017. “Vale destacar neste setor a área de comércio e administração de imóveis e valores mobiliários com um saldo de 12.324 vagas, juntamente com os setores de hotelaria, alimentação e manutenção, que terminaram o ano com um saldo de 6.368 vagas. Outro setor que merece destaque é o da construção civil, que terminou com um saldo acumulado de 2.301 vagas contra 7.274 no mesmo período em 2017, o que representa um acréscimo de 9.575 vagas nos últimos dois anos”, comenta Jefferson.

Como destaque negativo temos o setor da indústria de transformação, que terminou o ano com um saldo de 323 vagas contra 7.372 vagas no mesmo período em 2017. Na ocasião, a indústria têxtil terminou o ano com um saldo de 4.506 vagas, seguido da indústria mecânica, com um saldo de 1.899 vagas. Contrapondo esses saldos negativos, a indústria de alimentos terminou com um saldo positivo de 2.779 vagas. “O fato de o setor industrial não ter gerado mais vagas que em 2017 atribui-se, em parte, pelo menor número nas exportações paranaenses, por conta da greve dos caminhoneiros em 2018 e também por melhorias em processos produtivos, que diminuem a geração de novos postos de trabalho”, comenta o especialista.

Para completar, é muito importante destacar a Região Metropolitana de Curitiba neste cenário, que terminou o ano com um saldo de 17.649 vagas formais de trabalho. “Em 2017, a Região Metropolitana de Curitiba tinha fechado o ano com a geração de 6.158 vagas. Ou seja, tivemos um aumento muito interessante, que contribuiu diretamente para os bons números gerais do Estado”, detalha Jefferson. No interior, o grande destaque foi a região Oeste, com a criação de 7.349 vagas.

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