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Paraná está entre os cinco com menor taxa de desocupação no País

Da Redação ·
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Paraná está entre os cinco com menor taxa de desocupação no País

O Paraná está entre os cinco estados com menor taxa de desocupação do País, segundo a pesquisa nacional por amostra de domicílios (PNAD), relativa ao 3º trimestre de 2018, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa mostrou que no trimestre de julho a setembro a taxa de desocupação no Brasil recuou de 12,4 % para 11,9%. Das 27 unidades federativas, 21 se mantiveram estáveis, com variação abaixo de 1%.

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O Paraná é o 5º estado com menor taxa de desocupação, com 516.000 pessoas desocupadas, tendo um recuo de meio ponto percentual - saindo de 9,1% no segundo trimestre de 2018 para 8,6% no terceiro trimestre. O resultado é ainda melhor se comparado à taxa de desocupação em relação ao 1º trimestre do ano, quando a taxa era de 9,6%.

Para o Secretário de Estado do Trabalho, Paulo Rossi, o resultado positivo só foi possível graças aos investimentos por parte do Governo do Estado. “Graças a política de desenvolvimento determinada pela governadora Cida Borghetti, o Paraná tem crescido acima da média nacional, gerando empregos e novas oportunidades aos empreendedores, além da confiança dos investidores”.

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O economista Francisco de Castro, do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), cita, também, que a melhoria das finanças públicas manteve o ambiente de negócios favorável à expansão da produção e, assim, à progressiva recuperação de empregos.

SETORES - A maioria dos setores analisados pelo IBGE no Paraná manteve-se estável, com variação mínima. Dentre o contingente que tiveram aumento de desocupados estão o setor público, com 5,14% (32.000 pessoas) e o setor de transportes 3,47% (11.000 pessoas).

Destacam-se alguns pontos no Paraná que fizeram com que a taxa de desocupação diminuísse no período. Entre eles o segmento de microempreendedores, que teve uma variação positiva de 5,36% - o que representa um contingente de 70.000 trabalhadores, dos quais 75% trabalham sem o registro do CNPJ. Os setores da construção civil e de trabalhadores domésticos também tiveram aumento no contingente de trabalhadores ocupados, com uma variação de 12% e 3,73%, respectivamente.

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