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Açougueiros franceses exigem proteção policial contra veganos

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Açougueiros franceses exigem proteção policial contra veganos
Autor Foto: Reprodução - Flickr/Nacho - Foto: Reprodução

Os açougueiros franceses exigem proteção policial contra frequentes ataques de ativistas veganos em açougues e pedem que serviços de inteligência monitorem os representantes mais radicais do movimento.

Por outro lado, ativistas de direitos dos animais protestam contra medidas policiais, em sua opinião, excessivas.

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"Ativistas com posições tão radicais não são fáceis de identificar. São provavelmente algumas dezenas ou centenas de pessoas", diz Éric Denécé, diretor do Centro de Pesquisas de Inteligência (CF2R) e autor do livro "Ecoterrorismo, altermundismo, ecologia, animalismo — do protesto à violência".

Esses ativistas representam uma "camada alarmante", da qual "há muito pouco acompanhamento por parte das autoridades, da Segurança Nacional e do Serviço Central de Inteligência Territorial".

Essa "ameaça existe há uma década na França e há muito tempo no exterior", onde, em certos países, seus integrantes estão na "lista negra". "Os Estados Unidos e o Reino Unido criaram unidades policiais especiais para combatê-los", continua Éric Denécé.

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"Os serviços de inteligência estão a observá-los!", Explica Gérald Arboit, diretor de investigação do CF2R. Segundo ele, se trata de "radicais do movimento verde", das correntes nascidas nos anos 60.

"Além do movimento da extrema esquerda, há o movimento verde, que desde os anos 1960 está aumentando em termos de número de membros, e também de violência, como acontece nos Estados Unidos, Alemanha e agora na França. O movimento vegano é uma continuação disso".

Representantes de associações de proteção animal negam, entretando, fazer parte desse tipo de ação. Essa é a posição de Brigitte Gothière, co-fundadora da associação L214.

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A associação filma vídeos chocantes com uma câmera escondida nos matadouros, mas afirma não ter nada a ver com os ataques aos açougueiros.

"Vandalismo não é o tipo de ação que gostaríamos de praticar (…) Segundo o nosso ponto de vista, isso leva a uma divisão [no movimento vegano".

"Nossos vídeos, filmados em fazendas e matadouros, refletem eventos reais, que são escondidos do público. Os autores dos ataques não são os ativistas do movimento vegano. [Veganos] estão tentando trazer a questão à luz e influenciar a legislação e as perspectivas globais das pessoas… Quanto mais animais eles matam, mais o povo vai protestar…Enquanto no Parlamento e no Governo o sistema de pecuária intensiva exerce sua pressão".

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fonte Sputnik


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