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Promotor retrata agressões reveladas em vídeo feitas por professoras às crianças em Astorga

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Promotor retrata agressões reveladas em vídeo feitas por professoras às crianças em Astorga
Autor Ministério Púbico acusa professoras por tortura contra crianças de 2 e 3 anos - Foto: Reprodução - Foto: Reprodução

O promotor de Vara Criminal de Astorga, Lucílio de Held Júnior, que apresentou à Justiça a denúncia de tortura contra três professoras de um centro municipal de Educação Infantil de Astorga, falou sobre as cenas de maus-tratos registradas em vídeo e que foram anexadas ao processo.

Nas imagens, segundo o promotor, é possível ver as crianças sendo tratadas com crueldade. “Crianças sendo carregadas pelos braços como um animal, sendo arremessadas no colchão, tomando tapas. E até uma professora com o pé na cabeça da criança pra que ela não se movimentasse”, revela. 

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Ainda de acordo com o promotor há informações de que nos banhos as crianças também eram maltratadas, Fato reforçado através de relatos das mães, que perceberam que essas crianças desenvolveram fobias do banho.

Entenda o caso - Três professoras da rede municipal de Astorga (norte do Paraná) foram denunciadas pelo Ministério Público do Paraná por tortura contra oito crianças de dois e três anos. Elas são acusadas pelo crime ocorrido no Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Branca Eliza M Meirelles. Um vídeo arquivado ao processo confirma a violência.

Uma jovem que estagiava no centro foi quem fez a denúncia. Em parte da gravação é possível ver uma das professoras puxando uma criança pelo braço de forma brusca e jogando-a no chão. Depois a mulher ainda chuta outro aluno que está passando perto dela. 

A mãe de uma menina de dois anos, relata que a filha constantemente chegava em casa com marcas pelo corpo. Questionadas, as educadoras afirmavam que a criança tinha se machucado enquanto brincava. A garotinha já chegou afirmar que apanhava da professora.

As docentes foram afastadas de suas funções e tiveram seus pagamentos suspensos. De acordo com o Ministério Público, as agressões ocorriam frequentemente, sugerindo sofrimento físico e psicológico, enquadrando-se como forma de tortura. 

Amanhã, quinta-feira (06) um grupo de mães fará um protesto em frente à Prefeitura Municipal. Elas pedem a instalação de câmeras de segurança em todas os centros de educação infantil. 

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