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Família acredita que miss desaparecida no interior do Paraná ainda está viva

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Miss Altônia, Bruna Zucco, desapareceu na madrugada de quinta-feira (22) - Foto: Reprodução Facebook
Miss Altônia, Bruna Zucco, desapareceu na madrugada de quinta-feira (22) - Foto: Reprodução Facebook

A família da atual Miss Altônia, no noroeste do Paraná, Bruna Zucco, ainda tem esperanças de encontrá-la com vida. A moça, de 21 anos, foi vista pela última vez na madrugada de quinta-feira (22) ao voltar da faculdade. “

"Nós não estamos acreditando que ela esteja morta e estamos tratando a situação como desaparecimento”, afirma Agda de Lima Segantin, avó paterna de Bruna . 

A Polícia Civil investiga o caso, e suspeita que um dos dois corpos encontrados carbonizados em uma picape, em uma estrada rural da cidade, seja da universitária.

Conforme o delegado Izaias Cordeiro de Lima, no veículo foram encontrados pedaços de um telefone celular e de um caderno, que podem ser de Bruna.

Mas confirmação depende do resultado de um exame de DNA que deve ficar pronto entre 30 e 60 dias.

A família da miss informou que o material genético, que pode identificar se o corpo é ou não dela, foi colhido na manhã de sexta-feira (23), no Instituto Médico-Legal (IML) de Umuarama.

A avó contou que ficou sabendo que a neta estava desaparecida por volta das 9h de quinta-feira, depois que a mãe de Bruna avisou o marido, por telefone, que não estava encontrando a filha.

De acordo com Agda, ela e o marido saíram para procurar a neta, e resolveram ir até o local onde o veículo queimado foi encontrado. Chegando lá, havia muitos policiais, e nada que pudesse ser identificado.

“Queimou tudo, tudo, tudo... o que pudesse queimar, queimou. Sabe? A única coisa que eu vi lá, foi uma espiral de caderno, mas isso não prova também”, declarou.

Ainda conforme a avó, ela não tem informações sobre o reconhecimento de objetos que pudessem ser da neta.

“Se a família reconheceu alguma coisa, foi lá na delegacia, que eu não estou sabendo. Porque ainda não conversei sobre isso com a minha nora”, esclareceu.

A polícia suspeita que outro corpo carbonizado achado veículo é do empresário Valdir Brito Feitosa, de 31 anos.

O delegado Izaias Cordeiro de Lima disse que “cresceu muito nas últimas horas” a linha de raciocínio de que Valdir teria ligação com o contrabando e que essa proximidade pode ter causado a morte do empresário e da estudante Bruna.

Lima ressaltou, no entanto, que ainda não é possível confirmar com exatidão que os dois corpos encontrados carbonizados na área rural de Altônia na manhã de quinta-feira (22) sejam de Valdir e Bruna. Os dois seguem declarados como desaparecidos.
          

“(A tese) de contrabando por parte do Valdir tem ganhado força nas últimas horas”, disse Izaias Lima. Segundo ele, Bruna poderia ter “sido morta por ter visto alguma coisa em relação ao Valdir”. “Bruna poderia ter visto alguma cena que envolvesse o Valdir. É uma hipótese bem plausível. Poderia ter havido uma perseguição ao Valdir na cidade”.

Em Altônia há várias hipóeses para as mortes, sendo a de envolvimento com o contrabando de cigarros a mais frequente. 

Parentes de Valdir e Bruna já foram ao IML de Umuarama para a coleta de materiais para a realização do exame de DNA, que permitirá a identificação dos corpos encontrados carbonizados. A expectativa é a de que o resultado possa sair em algumas semanas. 


Com informações do portal O Bem Dito, de Umuarama

 

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Edhucca

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