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Corpo de menina espancada pelos pais é exumado nesta quinta; casal continua preso

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Corpo de menina espancada pelos pais é exumado nesta quinta; casal continua preso
Autor Emanuelly Agatha da Silva, de 5 anos, morreu após ser espancada pelo pais em Itapetininga (SP)​. - Foto: Reprodução

O Ministério Público solicitou a exumação do corpo da menina Emanuelly Agatha da Silva, de 5 anos, que morreu após ser espancada pelo pais em Itapetininga (SP). O procedimento aconteceu na tarde desta quinta-feira (15). Os pais foram da menina foram presos. 

Segundo o MP, a exumação é necessária para que sejam feitos exames e laudos complementares que serão acrescentados no processo.

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Um laudo inicial apontou que a criança foi agredida várias vezes pelos pais durante quase um mês, até morrer no dia 2 de março. O também revela que Emanuelly morreu em decorrência de um traumatismo craniano e hemorragia cerebral.

Uma babá que trabalhou na casa de Débora e Phelipe relatou à TV TEM que a menina era agredida constantemente e a mãe chegava até a colocar papel na boca da criança para que ela não gritasse.

O delegado responsável pelo caso informou que o irmão da vítima disse que os pais foram ao quarto, enquanto a menina estava dormindo, e a agrediram. Um deles pegou a menina e a arremessou contra a parede, provocando um grave ferimento na cabeça. Segundo a polícia, o casal não tinha o mesmo comportamento com os outros filhos.
Uma babá que trabalhou relatou que a menina era agredida constantemente e a mãe chegava até a colocar papel na boca da criança para que ela não gritasse.

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O avô paterno de Emanuelly, revelou que o filho era violento quando usava drogas e que já até chegou a agredi-lo. Ele também relatou que  sempre notou marcas de agressão no corpo da criança e questionava os pais, mas ele diz que o filho e a nora diziam sempre que a menina vivia caindo.

Prisão
Os pais da vítima, Phelipe Douglas Alves, de 25 anos, e Débora Rolim da Silva, de 24 anos, tiveram a prisão decretada um dia após o crime e permanecem na penitenciária de Tremembé, em celas isoladas. Eles serão indiciados por homicídio qualificado e tortura, segundo o promotor de Justiça Carlos Zanini, responsável por analisar o processo.

(Com informações do G1)

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