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Viatura do IML se envolve em acidente e corpo de jovem é 'velado no asfalto'

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Viatura do IML ficou bastante danficada em acidente - Foto: Colaboração
Viatura do IML ficou bastante danficada em acidente - Foto: Colaboração

Os familiares de um jovem de 18 anos residente na região metropolitana de Curitiba que morreu na noite de ontem (15) estão passando por momentos de angústia por conta de uma situação decorrente de problemas para a remoção do corpo do rapaz. Carlos Ramon Dias Del Antônio, de 18 anos, foi morto em um latrocínio (roubo com morte) em Colombo e mais de 12 horas se passaram desde o assassinato do jovem, e o Instituo Médico Legal (IML) ainda vai recolher o corpo. Cansada de esperar pelo IML, a família montou uma tenda na rua para velar o corpo.

É que não bastasse os inúmeros problemas que ocorreram desde a noite passada, a viatura do IML que finalmente seguia para remover o corpo do jovem se envolveu em um acidente. A batida foi registrada na estrada Nova de Colombo, em frente ao Cemitério do Santa Cândia, conforme a Sala de Imprensa da Polícia Militar. Não há informações sobre feridos, mas tanto a viatura, quanto a moto envolvidas na colisão, ficaram danificadas significativamente.

Diante da situação, não há também, informações sobre como e quando o corpo de Carlos Ramon será devidamente recolhido, necropsiado e liberado aos familiares. Cansada de esperar pelo IML, a família montou uma tenda na rua para velar o corpo.

Cansada de esperar pelo IML, a família montou uma tenda na rua para velar o corpo - Foto: Thais Travençoli - RICTV Curitiba

A Secretaria de Estado da Segurança Pública e Administração Penitenciária (Sesp), disse através da Assessoria de Imprensa, que “ainda levanta as informações referentes ao caso”. Enquanto isso, os familiares que há mais de 12 horas seguem ‘velando’ o corpo no asfalto, continuam desesperados.

Conforme o diretor do Instituto Médico Legal, Jonatas Davis, uma série de fatores levou a esta situação. Duas das viaturas do IML de Curitiba desceram para o Litoral, para a Operação Verão. Duas ficaram em uso em Curitiba e região, mas, na segunda-feira (15), um dos veículos apresentou problemas mecânicos. 

Com apenas uma viatura em uso em Curitiba, e com a necessidade de recolher um corpo em Adrianópolis – distante cerca de 165 quilômetros de Curitiba – houve a demora.

Foi solicitado, conforme o diretor, um veículo reserva junto a empresa que loca as viaturas, mas a informação é que este também estava com problemas. “A solução foi deslocar uma das viaturas que está atendendo a Operação Verão para Curitiba, a demora ocorreu porque também atendíamos um homicídio no Litoral”, disse. “Mas a viatura já se encontra em Curitiba realizando os trabalhos do IML”, acrescenta.

Desculpas
O diretor pediu desculpas pelos transtornos gerados as famílias, o que não ameniza nem um pouco o sofrimento da mãe, pai, esposa e familiares de Carlos Ramon.

As informações são do portal MassaNews

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