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Desvendando os Bitcoins

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Em decisão divulgada anteontem, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) proibiu gestores e administradores de fundos de investir diretamente nas chamadas criptomoedas, o que inclui o Bitcoin. A autarquia, que tem um papel regulador, decidiu se manifestar após notar um aumento das consultas sobre o tema nos últimos dois meses e em meio às incertezas envolvendo as moedas virtuais. Quanto vale, se é legal e como funciona esse mercado são as principais dúvidas envolvendo o Bitcoin. 

Para começar, o Bitcoin – cuja cotação, na última sexta-feira era de R$ 48 mil - foi a primeira moeda digital criada por uma pessoa que se apresenta pelo pseudônimo Satoshi Nakamoto e cuja identidade nunca foi comprovada e que agora divide a lista com mais de mil e trezentos outros tipos de criptomoedas pela web, como Dash, Monero, Ripple, Ethereum e Litecoin. Com uma proposta revolucionária em relação ao mercado financeiro tradicional, uma vez que se trata de um ativo que não é controlado por nenhum tipo de Banco Central, o assunto é tão novo – o bitcoin apareceu em 2008 - e controverso que faltam até especialistas para falar sobre o assunto. Quem se aventura nesse mercado, faz por conta própria.É o caso de Eliezer Shigueo Takahashi Luciano, professor de Marketing e Empreendedorismo, e consultor de vendas, de Marilândia do Sul, que acompanha o mercado de moedas digitais há dois anos e começou a investir há cerca de 6 meses. 

“O Bitcoin basicamente é a primeira moeda virtual e a que mais tem visibilidade, mas existem outras milhares de moedas”.O professor conta que Satoshi Nakamoto, segundo pesquisas pela internet, criou a moeda virtual pensando em uma maneira de libertar a população dos abusos de governos e bancos. “Pense que a melhor maneira de ter um domínio sobre uma população, é controlando o dinheiro”, acrescenta. Segundo Eliezer, por trás do Bitcoin, Nakamoto criou um sistema chamado blockchain (em português, sistema de blocos), que basicamente significa um sistema unificado e seguro. Imagine uma foto tirada por smartphone, você consegue vê-la, no entanto, ela é composta de milhares de pixels. No blockchain, é como se cada pixel se encontrasse em um computador diferente, ou seja, para conseguir roubar essa foto, é necessário invadir milhares de computadores, 

tornando uma tarefa impossível. “Quase mais importante que o bitcoin, é a tecnologia blockchain criada. A ideia de Nakamoto é que essa moeda se tornasse universal e que todos pudessem usá-la, sem precisar de intermediários”. E como é criada uma moeda virtual? Esse também é um processo diferente de tudo que costumamos pensar a respeito de dinheiro. As criptomoedas são "mineradas" por milhares e milhares de computadores, conectados em uma rede específica para a criação da moeda virtual. Cada computador registrado nesta rede roda um programa com base em complexos algoritmos para a criação da criptomoeda, e quem tiver mais poder de processamento tem preferência no recebimento dos lotes para mineração. 

Leia a matéria completa na edição impressa deste domingo (14).

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