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Três mulheres 'furam' protesto do Globo de Ouro 2018

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O tapete vermelho do Globo de Ouro foi diferente em 2018. A maior parte dos convidados optou por não utilizar roupas coloridas e vestiu o preto em apoio ao movimento "Time's Up" (ou "o tempo acabou"), que arrecadou fundos para ajudar mulheres vítimas de assédio moral e sexual no ambiente de trabalho. Contudo, três mulheres não aderiram ao protesto.

Quem mais surpreendeu pela escolha foi Meher Tatna, a presidente da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood, responsável pela premiação. Ela explicou que se tratou de uma escolha cultural em entrevista ao "Entertainment Tonight". "Quando temos uma celebração, não usamos preto. Minha mãe ficaria horrorizada se eu usasse preto, então fiz isso por ela", disse Tatna, que nasceu em Bombaim, na Índia.

Ela disse ainda que utilizou o broche da campanha "Time's Up" para mostrar que aderiu ao protesto. "Estou apoiando estas mulheres. Foi uma mudança que talvez irá gerar alterações profundas em nossa indústria. Estou feliz pelas pessoas terem encontrado sua voz."

Além de Tatna, a modelo Barbara Meier, 31, chegou ao evento com um dos vestidos mais chamativos e elaborados da noite. Ela vestiu uma peça florida nas cores cinza, azul, branca e rosa. Meier explicou a decisão em seu Instagram dizendo que as mulheres têm lutado há muito tempo pela liberdade de escolher o que vão vestir.

"Muitas mulheres escolheram usar preto e acredito que essa foi uma iniciativa importante. Ainda assim, escolhi usar uma peça colorida. Se queremos que este seja o Globo de Ouro das mulheres fortes, que lutam por seus direitos, é errado não utilizar nenhuma roupa sensual ou deixar as pessoas tirarem a alegria de mostrar nossa personalidade através da moda."

Já a atriz Blanca Blanco, 36, chamou atenção não apenas pelo vestido vermelho, mas também pelos recortes que deixavam a maior parte de seu corpo à mostra. Após ser atacada na internet, ela afirmou pelo Twitter que envergonhá-la por querer usar uma roupa diferente também é parte do problema, que é "maior do que a cor de sua roupa".

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