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Casinhas de pets com materiais recicláveis viram atração; fila para 1.800 castrações é desafio

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Casinhas de pets com materiais recicláveis viraram atração em Maringá - Foto: Vivian Silva/Prefeitura de Maringá
Casinhas de pets com materiais recicláveis viraram atração em Maringá - Foto: Vivian Silva/Prefeitura de Maringá

Um concurso de casinha de pets durante a semana passada atraiu as atenções para a Diretoria Municipal de Bem-Estar Animal da Prefeitura de Maringá (Sema). Construídas por estudantes, os lares construídos com materiais recicláveis estão em exposição na sede da diretoria, próximo ao Portão 2, do Parque do Ingá. Depois, as casinhas de pets serão doadas a Ong que trabalham na causa animal.

A Sema tem outro desafio. Ampliar as castrações para reduzir a fila de espera e para diminuir o número de animais abandonados nas ruas. Uma força-tarefa anunciada esta semana, visa a eliminar a fila de 1.800 pedidos de castrações de cães e gatos. Há oito clínicas cadastradas para realizar os procedimentos e a capacidade de atendimento vai de 200 a 400 animais por mês.

“A partir do momento que equilibrar os atendimentos atrasados, mesmo com as constantes novas solicitações, há a intenção de não ter longa espera no próximo ano”, afirma o secretário de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal, Ederlei Alkamim.

As clínicas cadastradas recebem R$ 130 por cada procedimento, direcionado pela Sema. A licitação para compra de medicamentos ainda não está concluída e, essa parte, ainda é responsabilidade do protetor. No final de 2017, a prefeitura liberou R$ 390 mil reais para a realização de 3 mil cirurgias de castração.

O atendimento é feito independe da raça, tamanho ou sexo. Os interessados devem entrar em contato pelo telefone 156 para fazer o pedido. Uma triagem é realizada para ordenar os atendimentos. A prioridade é atender aos animais em situação de rua.

Concurso incentiva produção de casinhas de pets
Uma parceria entre a Faculdade de Engenharia e Inovação Técnico Profissional (Feitep) com a Sema, de iniciativa do vereador Flavio Mantovani (PPS), propôs a construção de casinhas de pets feitas com materiais reciclados, baixo custo e fácil montagem.

Foram produzidos 12 modelos diferentes, por alunos dos cursos de Engenharia e Arquitetura da instituição. As casinhas ficarão expostas na sede da diretoria de Bem-Estar Animal até o final de janeiro. Fica na Avenida Laguna, 668, ao lado do Portão 2 do Parque do Ingá.

Mantovani diz que a ideia é conseguir uma parceria público-privada para produção em larga escala do modelo vencedor, com pelo 100 unidades, e que a partir daí possam ser doadas a pessoas de renda mais baixa.

“É um incentivo para adoção também, porque se ao adotar o animal já ter um abrigo é uma situação que auxilia nos custos”, complementa.

A Sema acrescenta que, a partir desse primeiro concurso, sejam realizados outros semelhantes para integrar a comunidade acadêmica com a política municipal de bem-estar animal.

Com informações do portal maringapost.com.br

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