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Esclerose lateral amiotrófica não tem cura e é tida como 'cruel'

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A esclerose lateral amiotrófica (ELA), ou "doença de Lou Gehrig", é considera pela medicina uma das mais cruéis enfermidades humana. A síndrome desencadeia um processo de paralisia motora progressiva, que repercute na respiração, na fala e na deglutição, mas mantêm inalteradas as condições mentais do indivíduo.

Pessoas de todas as idades podem desenvolver ELA, mas a maior incidência está entre os 40 anos e 70 anos, de acordo com a Associação Pró-Cura da ELA, que estima haver 5.000 diagnósticos da doença no Brasil por ano.

A expectativa de vida de pacientes com ELA é de três a quatro anos. O físico britânico Stephen Hawking, 75, porém, convive com a doença há décadas.

O Riluzol é um dos únicos medicamentos que tem demonstrado resultados no retardamento da doença, cujo tratamento é sintomático.

As causas que podem levar a ELA não são totalmente conhecidas pela ciência e o diagnóstico é complexo, envolvendo exame clínico e testes de laboratório.

A campanha balde de gelo, de 2015, arrecadou no país cerca de R$ 300 mil; nos EUA foram US$ 115 milhões.

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Edhucca

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