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Chefe da EBC é investigado por ironizar crítica a racismo

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GUSTAVO URIBE

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A comissão de ética da Presidência da República abriu investigação nesta segunda (27) para apurar se o presidente da EBC (Empresa Brasileira de Comunicação), Laerte Rimoli, desrespeitou o código de decoro do servidor público.

Na semana passada, o jornalista compartilhou nas redes sociais imagens que ironizam recente declaração da atriz Taís Araújo sobre racismo no Brasil. Com a repercussão negativa, Rimoli excluiu as mensagens e publicou um pedido de desculpas.

Segundo o presidente da comissão, Mauro Menezes, as publicações tinham "tom jocoso" e o conteúdo "causou espécie". Ele lembrou que o código de ética do servidor público civil defende a observância ao decoro do cargo.

"Ele observa que o decoro por parte dos servidores é um imperativo dentro e fora da repartição pública, porque essa atuação termina por afetar a imagem da administração pública", afirmou.

Rimoli terá dez dias, após ser notificado oficialmente, para prestar esclarecimentos sobre o episódio. Como punições, o código da alta administração federal prevê tanto uma simples advertência como recomendação de exoneração do servidor público ao presidente Michel Temer.

"Peço desculpas à atriz Taís Araújo e sua família por ter compartilhado um post inadequado em minha timeline", escreveu Rimoli na quarta-feira (22).

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