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Sem pistas, Marinha argentina nega erros em caso de submarino sumido

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SYLVIA COLOMBO

BUENOS AIRES, ARGENTINA (FOLHAPRESS) - O porta-voz da Marinha argentina, Enrique Balbi, disse que, apesar do mau tempo, as embarcações e aeronaves destinadas ao local onde teria sido detectada uma possível explosão que poderia ser do ARA San Juan chegaram ao local e estão trabalhando, e que essa busca não será interrompida.

Acrescentou, porém, que nada foi detectado até agora que confirme a presença da embarcação ali. "Não sabemos ainda a localização do submarino, nem qual é seu estado. É um momento crítico."

Questionado sobre a possível profundidade onde estaria a embarcação, caso se encontre na área buscada, o porta-voz disse que, na região, variam entre 200m e até 1.200m.

Balbi fez um pedido para que não se disseminem informações que não tenham sido respaldadas pela Marinha antes. Declarou ser falso o dado veiculado por alguns veículos da imprensa argentina de que o ARA San Juan não estivesse em condições de navegar.

"Nenhuma unidade da Marinha zarpa sem estar totalmente em condições. A antiguidade não significa estarem sem condições."

O porta-voz negou também os rumores de que a Marinha já soubesse da "anomalia hidroacústica" detectada na quarta-feira (22) antes desse dia. "Se fosse assim, nós teríamos iniciado a busca no local imediatamente".

Negou, ainda, que tenha havido atraso no início das operações de resgate. "Os procedimentos tiveram início assim que passaram as 48h sem novo contato da embarcação."

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