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Quadrilha é presa em flagrante ao tentar enganar idoso em agência bancária

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Cinco pessoas foram presas em flagrante por policiais civis do Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre) - grupo de elite da Polícia Civil – suspeitos de aplicar golpes bancários em idosos. A prisão aconteceu na Rua Padre Anchieta, no bairro Bigorrilho, na noite de domingo (19). 

De acordo com a polícia, as investigações iniciaram há um mês. A quadrilha vinha de São Paulo (SP), exclusivamente para praticar o crime em Curitiba, além de agir em agências de bairros nobres da capital (Batel, Bigorrilho e Água Verde), nos finais de semana, justamente quando o acesso ao atendimento bancário é mais difícil.Até o momento, cinco pessoas foram vítimas da quadrilha. Entretanto, de acordo com o delegado do Tigre, Cristiano Quintas, a tendência é de que mais vítimas apareçam após a divulgação dos suspeitos. 

“Clientes do Banco do Brasil que suspeitem ter sido vítimas do grupo podem ligar diretamente no Tigre, no telefone (41) 3270 1950”, orientou Quintas.Segundo as investigações do Tigre, eles se aproveitavam da vulnerabilidade dos idosos para trocar os cartões usados no caixa eletrônico e também gravar a senha. 

“Eles se ofereciam para ajudar os idosos e diziam que a pessoa precisava pôr novamente o cartão na máquina para encerrar a sessão. Assim que a pessoa botava o cartão na máquina e digitava a senha, eles memorizavam. Com porte do cartão e da senha, eles usavam todo o dinheiro que as vitimas tinham nas contas”, explica o delegado.

O delegado lembrou ainda que eles pagavam multas de trânsito de outras pessoas e cobravam um valor bem inferior do devido. “Isso porque eles usavam os cartões das vítimas, ou seja, eles cobravam R$ 5 mil para uma divida de R$ 10 mil”, acrescenta a autoridade policial.Na delegacia, os suspeitos admitiram a prática criminosa. Quanto às “maquininhas” de débito, disseram que alugam de um comerciante de São Paulo (SP), mediante o pagamento de um percentual dos débitos que realizavam (40% do valor ficava como o “dono” da maquininha).

Durante a ação, os policiais apreenderam dois veículos (não estão em nome de nenhum dos suspeitos), assim como relógios e objetos de valor, supostamente adquiridos com dinheiro da ação criminosa. Também foram apreendidas as “maquininhas” e, em uma delas ficou constatado o uso do cartão da vítima da data de sábado, no valor de quase R$10 mil reais.Os cinco presos responderão pelos crimes de associação criminosa, furto qualificado e consumado mediante fraude e tentativa de furto qualificado. Eles permanecem presos e à disposição da Justiça.

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