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'Mandou crianças fazerem fila e bateu com régua', diz mãe de aluno vítima de castigo de professora

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Menino diz que professora usou régua para bater nos alunos e que ela apagava o caderno dele em Restinga, SP (Foto: Carlos Trinca/EPTV)
Menino diz que professora usou régua para bater nos alunos e que ela apagava o caderno dele em Restinga, SP (Foto: Carlos Trinca/EPTV)

Mães de crianças que frequentam uma escola infantil no assentamento Boa Sorte, na zona rural de Restinga (SP), relatam que os filhos também foram vítimas da professora Silma Lopes, investigada por maus-tratos após ser flagrada em um vídeo ao colocar alunos de 3 e 4 anos em sacos de lixo dentro da sala de aula, como forma de castigo.

A professora Silma Lopes é suspeita de maus-tratos contra alunos de creches em Restinga, SP (Foto: Reprodução)

Uma das mães, que prefere não se identificar, afirma que a docente usava uma régua para bater nas mãos das crianças, sem motivo, e que inventava situações de mau comportamento das crianças para os pais.

Segundo a mulher, o filho de 6 anos contou que a professora chegou a propor um passeio à turma, organizou uma fila e bateu com a régua na mão de todas as crianças que demonstraram interesse em participar da atividade, sem motivo.

“Ela perguntou a eles quem queria ir e todos levantaram a mão, dizendo que queriam. Ela pediu pra eles fazerem uma fila, porque ela ia ter que bater com a régua em todos os que fossem. Bateu na mãozinha de cada um e pediu pra não contarem em casa, senão não iam”, diz a mãe.

Silma Lopes foi afastada da função pela Prefeitura de Restinga, que formou uma comissão para apurar as denúncias. Também são alvos do inquérito policial e da investigação da Secretaria de Educação a professora substituta Priscilla Melo, e duas estagiárias, uma delas menor de idade.

Procurada, Silma Lopes não foi encontrada para comentar o assunto. Ela deve depor nesta semana ao delegado Eduardo Bonfim. À Prefeitura, a professora negou as acusações e disse que tudo não passou de um “medinho” colocado nas crianças de forma lúdica.

Priscila Mello, que segundo o delegado, tinha conhecimento sobre os maus-tratos, mas não fez nada para proteger as crianças, negou envolvimento ao falar à Prefeitura. Ela foi afastada do cargo na quinta-feira (16).

As duas serão ouvidas novamente pela comissão da Prefeitura, que, ao final dos trabalhos, poderá decidir pela exoneração das servidoras. As estagiárias foram demitidas.


FONTE- G1.Globo.com

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Edhucca

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