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Curta da Disney de 'Frozen' chega ao Brasil em dezembro

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BEATRIZ FIALHO

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O primeiro curta protagonizado pelo simpático boneco de neve Olaf vai estrear no Brasil em meados do mês de dezembro. A Disney ainda não definiu o dia exato do lançamento, mas é certeza que a animação chega ao país um mês antes do filme que ela acompanha, "Viva - A Vida É Uma Festa", que estreia nas telonas em janeiro de 2018.

A Disney antecipou o lançamento da animação no Brasil para que o tema abordado no desenho, celebrações de fim de ano, não ficasse fora de contexto e perdesse a sazonalidade. Nos EUA, o curta de Olaf, que tem 21 minutos, estreia no dia 22 de novembro. 

Dublado no Brasil pelo humorista Fábio Porchat, esta é a terceira aparição de Olaf num desenho e o segundo curta da franquia Frozen (o primeiro, "Frozen: Febre Congelante", foi lançado em 2015).

No curta, junto da rena Sven, Olaf passeia pelo reino de Arendelle conhecendo diferentes costumes e tradições de fim de ano, que não se resumem apenas ao Natal. Além da comemoração cristã, o desenho deve abordar costumes nórdicos e judaicos.

Para os diretores Stevie Wemers-Skelton e Kevin Deters, Olaf é o personagem ideal para fazer este tipo de descoberta porque é curioso e livre de preconceitos -"Como uma criança", explicam em entrevista exclusiva ao "F5", da Folha de S.Paulo.

Já Porchat diz que o contato com o público infantil foi "maravilhoso" e que possibilitou uma nova aproximação com as crianças. Entretanto, o humorista afirma que, pessoalmente, elas ficam "um pouco assustadas" já que imaginam que ele é, de fato, um boneco de neve.

O apresentador da Record também conta que se identifica com a ingenuidade do personagem. "O jeito de não ver maldade nas coisas é um pouco como eu. Eu sou meio desse tipo que está sempre dando risada, feliz, brincando. Sou um pouco Olaf nesse sentido", diz.

Para ele, o mais desafiador foi "soltar o gogó" nas quatro novas canções do curta. "Cantar é sempre difícil para mim porque eu não sou exatamente a pessoa mais afinada do mundo", afirma. "O bom é que ele [Olaf] canta brincando, então dá para eu derrapar rindo também", diz.

E a parte mais divertida da dublagem acaba sendo a mais espontânea. "É fazer as onomatopéias porque posso fazer do meu jeito. As frases estão lá escritas e pronto, mas o jeito de reagir é muito livre nesse sentido", completa. 

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