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Macri vota e lembra que proibição não permite fazer comentários políticos

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SYLVIA COLOMBO

BUENOS AIRES, ARGENTINA (FOLHAPRESS) - O presidente argentino, Mauricio Macri, votou por volta do meio-dia (13h de Brasília), num colégio em Palermo.

Como faz tradicionalmente, trouxe uma bandeja com empanadas para distribuir a jornalistas e apoiadores. Tirou selfies com algumas fãs e comemorou o dia de sol.

Acrescentou que tinha conferido a previsão do tempo para todo o país. "As condições climáticas estão boas, portanto aconselho a todos que saiam a votar e depois passem um lindo dia com suas famílias e amigos, que é o que eu vou fazer quando sair daqui", afirmou.

Quando se aproximou dos jornalistas, porém, foi perguntado insistentemente sobre o caso Santiago Maldonado. "Estou muito preocupado, e como todos os argentinos, quero saber a verdade. É hora de ter prudência e esperar que a perícia e a Justiça esclareçam de fato o que ocorreu."

Disse que havia conversado por telefone com a mãe do artesão, cujo corpo foi encontrado na última terça-feira (17), no rio Chubut, na Patagônia, mas recusou-se a comentar se a Gendarmeria iria ser ou não responsabilizada por sua morte.

"Estamos em horário de proibição para comentários políticos, por conta do momento eleitoral, portanto é melhor falarmos desse assunto mais tarde", disse.

Mais de 33 milhões de argentinos estão habilitados a votar neste domingo (o voto é obrigatório na Argentina). Até o meio-dia, 16% desse total já havia comparecido às urnas.

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