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Shopping e estabelecimento acusados de racismo divulgam nota de esclarecimento sobre o caso

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Caso aconteceu no último domingo (01). (FOTO - reprodução/ParkShoppingBarigüi)
Caso aconteceu no último domingo (01). (FOTO - reprodução/ParkShoppingBarigüi)

O ParkShoppingBarigüi e o estabelecimento HotZone acusados de racismo por uma família de Curitiba (PR) divulgou nesta terça-feira (03) uma nota de esclarecimento sobre o caso.

Pais de uma menina negra de 11 anos, Jorge e Tatiane Timi afirmam que a criança foi vítima de racismo ao ser impedida de entrar no local durante o fim de semana. Este é o segundo processo que a família inicia em menos de três meses. Em julho, a menina teria sido vítima do mesmo crime em uma rede de cafeteria de São Paulo que a confundiu com um pedinte.

Em nota, o shopping e o estabelecimento declaram que não houve qualquer tipo de descriminação e que condena tal prática.

“O ParkShoppingBarigüi e a HotZone lamentam o incidente ocorrido com a família Timi na tarde do último domingo (1º de outubro), quando o casal interpretou como discriminação racial a conduta da segurança do shopping ao abordar sua filha menor na entrada da loja HotZone.

O ParkShoppingBarigüi e a HotZone esclarecem que, para garantir a segurança de todas as crianças e adolescentes que procuram o parque indoor para diversão, não é autorizada a entrada de menores sem a companhia dos pais.

O ParkShoppingBarigüi e a HotZone não compactuam com qualquer forma de discriminação e preconceito.”

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