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Criatura marítima misteriosa surge encalhada em praia

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Segundo o relatado, a criatura mediria o tamanho de um avião de caça. (Foto: Pen News / Nujnuj Capistrano)
Segundo o relatado, a criatura mediria o tamanho de um avião de caça. (Foto: Pen News / Nujnuj Capistrano)

Cada vez mais vemos relatos dispersados na imprensa ou em redes sociais de possíveis aparições de monstros marítimos e similares, mas dessa vez o surgimento de um criatura ainda não identificada em uma praia está trazendo a tona novamente o questionamento de que seria uma realidade tão distante assim a existência de monstros marítimos.

A criatura pra lá de estranha parece ter encalhado na costa da cidade litorânea de Maasin, localizada na ilha de Leyte, nas Filipinas. Segundo o divulgado, o ser possuí mais de 9 metros de comprimento e está totalmente desfigurada, o que leva a crer que a mesma já se encontra morta há algum tempo e está num estado de decomposição avançado.

As autoridades locais de Maasin estão se debatendo para identificar a criatura de quase dez metros porque o cadáver está muito apodrecido, de acordo com Julius Alpino, do Bureau of Fisheries and Aquatic Resources, um grupo governamental que luta pela preservação marítima.

Alguns acreditam que se trata de uma baleia morta. (Foto: Pen News / Nujnuj Capistrano)

Os moradores da cidade estão impressionados com o caso, um deles Nujnuj Capistrano, de 42 anos, fotografou a besta, que segundo ele, tem o comprimento de um avião de combate. "Eu estava passando pela praia e tirei algumas fotos, mas não sei sobre os detalhes", disse ele, que continuou. "Fiquei surpreso porque é muito grande e é a primeira vez que vejo esse tipo de criatura".

Outro habitante de Maasin, Capistrano acrescentou: "Eu não sei o que eles fizeram com isso, mas uma coisa é certa, a criatura já estava morta quando eu vi. O cheiro estava muito ruim. Não posso descrevê-lo, mas foi um mau cheiro terrível."

Mesmo acreditando ser uma baleia que está em estado de decomposição bem avançado, as autoridades preferiram não aumentar o caso, se limitando a relatar que o tamanho e o cheiro aparentemente seriam um risco para a saúde dos cidadãos e por isso a decisão de deixá-la ser enterrada no mar, ao invés de rebocá-la como se fora dito no principio.





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