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Arqueólogos ficam surpresos após descoberta em cemitério medieval

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O arqueólogo Phil De Jersey, à direita, e Mike Deane ao lado do esqueleto de uma toninha - Fotografia: Guernsey Press / SWNS.com
O arqueólogo Phil De Jersey, à direita, e Mike Deane ao lado do esqueleto de uma toninha - Fotografia: Guernsey Press / SWNS.com

Um grupo de arqueólogos da Universidade de Oxford descobriu uma sepultura totalmente diferenciada durante escavações em um local onde religiosos faziam retiros na Idade Média, situado na pequena ilha Chapelle Dom Hue, no canal da Mancha, Reino Unido, uma equipe de arqueólogos da Universidade de Oxford descobriu um túmulo tanto estranho.

Conforme o jornal britânico The Guardian, os pesquisadores localizaram fósseis de uma toninha – um mamífero marinho semelhante ao golfinho – que parecem ter sido cuidadosamente enterrados em seu próprio túmulo no século XIV. 

Ao ver pela primeira vez o cemitério cuidadosamente escavado, os arqueólogosesperavam encontrar restos mortais humanos, mas acabaram encontrando ossos e crânio do animal marinho.


Para os pesquisadores ainda é mistério por que naquela ilha, onde os monges buscavam isolamento, uma toninha foi tão cuidadosamente sepultada. O que se sabe é que, na época medieval, pessoas se alimentavam esses animais.

O arqueólogo Philip de Jersey supõe que um monge poderia ter escondido o corpo do animal para ser comido depois. 

Outra hipótese indica que este animal poderia ter um significado religioso para as pessoas que viviam na ilha. Philip de Jersey considera essa a descoberta mais misteriosa de sua carreira profissional de 35 anos. "Por que se preocupar em enterrar uma toninha em um túmulo? É uma surpresa maravilhosa", afirmou o arqueólogo ao The Guardian.

Veja vídeo da descoberta arqueológica

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