Cotidiano

Ufólogo com documentário na Netflix é julgado culpado por pedofilia

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Stan possui mais de 190 registros de contatos extraterrestres. (Foto: Reprodução/Netflix)
Stan possui mais de 190 registros de contatos extraterrestres. (Foto: Reprodução/Netflix)

Há alguns meses o nome de Stan Romanek é muito replicado e procurado nas redes sociais e também pela mídia. Os motivos que o levaram a fama foram seus vídeos estarrecedores de alienígenas que resultaram em um dos mais bem documentados casos de abduções e contatos extraterrenos da história da ufologia, lhe rendendo um documentário que se encontra no stream 'Netflix'.

Mas toda a fama em volta de Stan não se dá apenas por conta de suas histórias impressionantes com contatos de 4º e 5º grau com os chamados 'aliens'. O homem também foi acusado pela Segurança Nacional dos EUA de possuir e distribuir material pornográfico infantil. Aqueles que cercam a vida do ufólogo garantem que tudo não passa de uma conspiração contra Stan, que jamais possuiu as imagens e nem alega sua culpa perante o tribunal.

O ufólogo que é considerado uma autoridade dentro da comunidade especializada entre os aficionados pelo assunto, enfrentou duas acusações criminais de exploração sexual de crianças, uma alegando possuir pornografia infantil e outra acusando-o de distribuir a mesma. Com muita repercussão diante do caso, o julgamento de Stan foi adiado inúmeras vezes até acontecer no último dia 31 de julho e teria previsão de acabar no dia 09 de agosto, porém, apenas hoje (11), a decisão do júri formado por 14 pessoas saiu, culpando-o da primeira acusação e inocentando em seguida da distribuição do material.

CONSPIRAÇÃO?

A versão do ufólogo não pode ser dada, devido ao fato de que quando acusado em 2013, ele teve que assinar um termo onde se distanciaria da internet e outros meios que tivesse acesso a materiais como o apreendidos em seus computadores, porém, amigos mais próximos e sua esposa alegam que houve uma conspiração por parte do governo americano para calá-lo. Segundo o divulgado no próprio documentário de Stan, um vírus liberado pela FBI teria a capacidade de se infiltrar nos computadores através da rede e assim implantar fotos como as achadas dentre os arquivos do ufólogo.

Stan foi considerado culpado por um júri de 14 pessoas. (Foto: Reprodução)

De acordo com a versão mais recente sobre o caso, a família de Stan alega que além dele não ser o único a ter acesso ao computador e ao notebook apreendido pela Segurança Nacional americana, há ainda a acusação sobre o policial e investigador Brian Koopman, responsável pelo caso do ufólogo de ter acusado Stan e outras pessoas, como a ex-policial Tammy Fisher, sem ao menos serem culpados e sem ter provas ou evidências consistentes para tal.

Agora, Stan deverá esperar pela sua sentença em outro momento, dessa vez apenas pelo juiz de seu caso. A audiência foi marcado para o dia 19 de outubro e até lá, o ufólogo deverá permanecer em casa, dado ao fato de que ele nunca teve antecedentes e não mostra risco aos demais, já que fora assinado o termo de afastamento de meios de comunicação em 2014.