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Operação da Polícia Civil mira quadrilha especializada em roubos e tráfico de drogas

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Foto - Arquivo - imagem ilustrativa
Foto - Arquivo - imagem ilustrativa

Várias equipes de policiais da Delegacia de Furtos e Roubos (DFR) de Curitiba estão nas ruas desde as primeiras horas desta quarta-feira (12) para cumprir mandados judiciais  contra uma quadrilha especializada em diversos crimes, entre os quais roubos a residências, cargas e tráfico de drogas.

A polícia cumpre dezessete ordens judiciais: 11 de prisão e seis de busca e apreensão em Curitiba e região metropolitana.

De acordo com a DRF, os criminosos agem nas estradas federais e são especializados roubar grandes carregamentos que vão desde remédios até alimentos. Em seguida, as cargas eram revendidas para grande receptadores.

Ao longo da investigação, foram presos alguns membros desta organização criminosa. A polícia percebeu que esta quadrilha apresentava um alto grau de organização. A logística envolvida para que um roubo de carga ocorra é complexa, a qual demanda uma grande quantidade de agentes especializados e equipamentos restritos, como, por exemplo, o Jammer (bloqueador), além de armas de fogo.

Cada indivíduo pertencente ao bando é responsável por uma função específica, que vai desde a abordagem armada ao caminhoneiro, passando pelo desligamento de sistemas de rastreamento. O motorista então é rendido pela quadrilha e mantido em cárcere privado até que a carga roubada chegue ao seu destino, visando a não realização de Boletim de Ocorrência e do alerta de roubo do veículo. 

Enquanto isso a carga roubada é levada até um esconderijo ou a um receptador predeterminado. A polícia teve dificuldade de mapear a atuação desta quadrilha porque algumas cargas roubadas estavam apenas de passagem pelo Estado do Paraná, com origens e destinos diversos, sendo que as vítimas destes crimes registravam as ocorrências em seus estados, ou onde a empresa proprietária das cargas tenha sua sede ou filial. 

Os presos responderão, entre outros crimes, por associação criminosa, porte ilegal de arma de fogo, cárcere privado e roubo.

Com informações da Sesp

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