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Como é a vida do herdeiro mais novo do Presidente da República

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Presidente busca seu filho com Marcela, na escola. (Foto: Reprodução / Folha de São Paulo)
Presidente busca seu filho com Marcela, na escola. (Foto: Reprodução / Folha de São Paulo)

As reviravoltas do caso Lava Jato, que vem fazendo uma devassa em casos de corrupção, e consequentemente afetando a economia do país, aparentemente parece não ter chego ao Planalto. Após a divulgação dos áudios da conversa entre Joesley Batista e o presidente Michel Temer, a sensação de melhora econômica caiu por terra emperrando diversos projetos proposto pela equipe do Ministro da Fazenda Henrique Meirelles.

Enquanto muitos brasileiros estão tentando entender como ficará o país após o furacão JBS, nada parece ter sido alterado para a família de Temer, assim como na vida de Joesley Batista e sua esposa Ticiana Villas Boas. O filho mais novo do presidente com Marcela continua estudando na Escola das Nações, uma entidade bilíngue (uso de duas ou mais línguas em situações acadêmicas e sociais), onde o menino de 8 anos está matriculado desde que seu pai assumiu o cargo de maior poder nacional.

A mensalidade da Escola das Nações, onde Michelzinho estuda gira em torno de R$4 mil. Com renome internacional, a instituição educadora é vencedora de diversos prêmios no exterior. De acordo com o divulgado pela Escola das Nações, o local é composto por famílias brasileiras, boa parte filhos de diplomatas, além de famílias estrangeiras.

OS PRÉDIOS DE MICHELZINHO

Ainda nem tendo completado 18 anos de idade, o filho do presidente Michel Temer já possui um patrimônio maior do que muitos brasileiros. Seu patrimônio hoje está acima dos R$2 milhões, tendo dois apartamentos em seu nome. Apesar de seu pai ter declarado que os bens de Michelzinho à Justiça Eleitoral, estão avaliados em apenas R$ 190 mil cada, o preço estimado pela Prefeitura de São Paulo das propriedades de 196 m² no Edifício Lugano, no Itaim Bibi, zona sul de São Paulo, é de R$ 1.024.802,00 cada.

O garoto inclusive ganhou uma reforma Palácio do Planalto, onde foram gastos cerca de R$28 mil para a segurança do garoto. Porém seus pais acabaram optando por retornar ao Palácio Jaburu.

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