Cotidiano

Coreia do Norte volta a advertir: voos de bombardeiros americanos podem levar a uma guerra nuclear

Da Redação ·
Primeiros conceitos da próxima geração de caças surgiram há dois anos - Foto: Federation of American Scientists
Primeiros conceitos da próxima geração de caças surgiram há dois anos - Foto: Federation of American Scientists

A Coreia do Norte voltou a criticar nesta terça-feira (02) as manobras de bombardeiros estratégicos dos EUA na península Coreana, conforme a Agência Central de Notícias do país. Os norte-coreanos classificaram os exercícios dos EUA em conjunto com a Coreia do Sul de "provocação insensata". "Esta provocação militar insensata impele a situação para o limiar de uma guerra nuclear na península Coreana", ressalta a matéria da Agência Central de Notícias da Coreia.

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A crítica acontece após a Força Aérea dos EUA confirmar o envio de dois bombardeiros B-1B Lancer da base na ilha de Guam (no oceano Pacífico) para participar dos exercícios conjuntos com a Coreia do Sul. Seul avalia que as manobras visam "a contenção das provocações" por parte da Coreia do Norte. 

'Treinamento'
Pyongyang chamou estas manobras de "treinamento para lançar uma bomba nuclear" contra as principais instalações do país. A Coreia do Norte anunciou ainda a "aceleração de medidas de contenção nuclear" como resposta ao envio do grupo aeronaval americano para a região da península Coreana. No sábado (29), Pyongyang realizou uma tentativa malsucedida de lançar um míssil balístico.

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Caças americanos da 6ª geração 
A última edição americana da The National Interest resumiu o que se pode esperar dos aviões de combate norte-americanos da 6ª geração

Conceitos surgiram há dois anos
Os primeiros conceitos da próxima geração de caças surgiram há dois anos, lembra o especialista militar Kris Osborn em seu artigo na The National Interest. A empresa americana Northrop Grumman, criadora do caça-bombardeiro furtivo B-2 Spirit, assim como a renomada Boeing, revelaram os primeiros detalhes dos seus projetos preliminares

Interferências radioeletrônicas
O futuro avião americano, por exemplo, deverá substituir os caças F/A-18 SuperHornet, que deverão ser retirados de serviço em 2035, e completar a esquadra existente dos F-35C e EA-18G Growler — geradores voadores de interferências radioeletrônicas.

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Início em 2040
A Marinha dos EUA considera o ano de 2040 como o início da instalação dos caças de 6ª geração com capacidade de funcionamento não tripulado.

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Com informações da Agência Central de Notícias da Coreia do Norte e do The National Interest