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Cientistas elaboram projeto com bombas eólicas para 'recongelar' o Ártico 

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 ​O gelo marítimo no Ártico registrou seus piores níveis de inverno - Foto: Roxanne Desgagnés / Unsplash
​O gelo marítimo no Ártico registrou seus piores níveis de inverno - Foto: Roxanne Desgagnés / Unsplash

O gelo marítimo no Ártico registrou seus piores níveis de inverno. De acordo com pesquisadores, está difícil de encontrar gelo grosso e antigo naquela região. Para reverter esse processo catastrófico, uma equipe de cientistas teve uma nova ideia radical para "recongelar" a área.

A equipe liderada por Steven Desch, da Universidade Estadual do Arizona, EUA, propõe montar um milhão de bombas eólicas (movidas pelo vento) ao longo do Ártico para transformar a água marítima em gelo, conforme reportagem da revista norte-americana Earth’s Future (União Geofísica).  

Conforme os cientistas, as bombas poderiam adicionar um metro de gelo durante o inverno, levando em consideração que metade do gelo do Ártico atualmente tem espessura média anual de apenas 1 metro e meio. "Adicionar um metro de gelo durante o inverno é uma mudança significativa", afirmam os pesquisadores.

A proposta da equipe é a mais recente no campo hoje conhecido como "geoengenharia": manipular deliberadamente o meio-ambiente para afetar o clima da Terra e reduzir o aquecimento global. 

Duas questões principais
A maioria destas propostas está atualmente focada em duas questões principais. O primeiro é espalhar uma fina camada de partículas de sulfato na estratosfera para refletir um pouco da luz solar que atinge a Terra. 

Bioenergia
E a outra opção é conhecida como "bioenergia" e sugere capturar e armazenar o carbono através da energia de biocombustíveis e captura do CO2 emitido durante a combustão, armazenando-o no subsolo.

Mais ideias
Essas não são as únicas ideias para salvar a Terra, dizem os cientistas. Algumas delas são extravagantes e altamente controversas: começando com a criação de árvores artificiais, até construir um guarda-sol gigante.

As informações são do portal sciencealert.com

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