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Contrariando expectativas dos médicos, mulher vence câncer raro de mais de 3 kg 

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A inglesa Emma McCloskey superou as probabilidades e sobreviveu a câncer raro Foto: Reprodução / Facebook
A inglesa Emma McCloskey superou as probabilidades e sobreviveu a câncer raro Foto: Reprodução / Facebook

Uma mulher da Inglaterra contrariou a expectativa de 5% de chance de sobrevivência e venceu um tumor de 3,5 kg que teve na perna. Emma McCloskey, hoje com 33 anos, foi diagnosticada com um sarcoma, um tipo de câncer raro e fatal, mas ao contrário das expectativas dos médicos, hoje ela está curada da doença.

 Quando o câncer foi diagnosticado, já estava em estágio avançado e tinha se alastrado até os pulmões. Mesmo com o tamanho desproporcional do tumor - era do tamanho de um feto -, ele não interferia significativamente na vida de McCloskey, tanto que ela o descobriu por acaso, como relatou ao jornal inglês "Liverpool Echo".

"Eu estava experimentando roupas para levar para uma viagem e percebi que um short estava mais apertado em uma perna do que na outra". Quando foi constatado o câncer, McCloskey conta que se sentiu perdida: "É como se os médicos falassem em outra língua. Eles dizem 'radioterapia' e você simplesmente não entende pelo que terá que passar". As chances de sobrevivência neste caso chegam a ser de apenas 5%.

Médicos afirmam que apoio da família foi importante para a recuperação de Emma McCloskey - Foto: Reprodução/Facebook

Mesmo com o tratamento intensivo, o quadro dela piorou, pois a tumor já estava com metástase. Além do sarcoma, ela teve diversos pequenos tumores pelo corpo. Apenas com a intensificação da radioterapia e quimioterapia que resultados positivos passaram a surgir. 

Várias cirurgias
Durante anos de internação, a inglesa foi submetida a diversas cirurgias para retirada dos tumores, mas quando o último deles foi removido, ela percebeu ter acordando de um pesadelo e estava livre do câncer.

Atualmente a mulher se dedica a pesquisar e divulgar o sarcoma, que ainda é pouco conhecido fora do meio médico, e voltou a viver normalmente.

As informações são do Liverpool Echo

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