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Mulher baleada por policial em confraternização morre no hospital

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A copeira que foi atingida por um tiro disparado por uma policial civil, morreu na tarde de domingo (1º), em Curitiba. A vítima participava de uma festa de confraternização que acontecia perto da casa da investigadora Kátia das Graças Belo, que teria se irritado com o barulho e atirou. A policial deve ser indiciada por homicídio doloso. 

O inquérito deverá ser entregue em 30 dias à Justiça. Caberá ao Ministério Público avaliar as provas levantadas pela Polícia Civil para definir se vai processar a investigadora pelo homicídio da copeira. Caso ela seja condenada por esse crime, poderá pegar até 20 anos de prisão.

Rosária Miranda da Silva, 45 anos, estava na festa de confraternização de uma empresa, que acontecia dentro de um restaurante, em frente à casa da policial. O advogado da policial alega que o tiro ricocheteou e atingiu a cabeça da mulher. A vítima foi socorrida e levada ao Hospital Cajuru, onde permanecia internada.

O fato aconteceu em 23 de dezembro e a policial se apresentou na delegacia três dias depois. Segundo a defesa, ela prestou depoimento à Polícia Civil explicando os motivos pelos quais teria atirado. Ela teria afirmado que o barulho da festa estava incomodando a mãe dela, que perdeu o marido recentemente.

Após o depoimento, ela foi solta por não haver flagrante. A prisão temporária dela chegou a ser pedida pela Polícia Civil, na quarta-feira (28), mas foi negada pela Justiça, dois dias depois.

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