Cotidiano

Réveillon: tradições e superstições que rolam pelo mundo

Da Redação ·
Flores são lançadas ao mar como oferenda a Iemanjá. Foto: Reprodução/El Gaynero
Flores são lançadas ao mar como oferenda a Iemanjá. Foto: Reprodução/El Gaynero

O Ano Novo está chegando e com ele novos planos, promessas e sonhos a serem concretizados. A data é comemorada de diferentes maneiras, com propósito de atrair boa sorte. E até quem não é tão supersticioso acaba aderindo a algum ritual para começar o ano com energias positivas. 

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No Brasil é comum pular sete ondas, comer romãs e guardar as sementes. A tradição mais forte, talvez seja vestir roupas brancas durante a virada do ano representando paz. Os adeptos e simpatizantes de religiões como umbanda e candomblé costumam fazer oferendas a Iemanjá, a deusa dos mares, lançando flores ao mar.

Réveillon: tradições e superstições que rolam pelo mundo fonte: Reprodução
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Já nos Estados Unidos a tradição mais famosa é o lançamento da bola de réveillon da Times Square, em Nova York, às 23h59. Milhares de pessoas se reúnem para assistir uma grande bola presa num edifício fazer uma descida de um minuto, chegando exatamente à meia-noite. A tradição começou em 1907.

Réveillon: tradições e superstições que rolam pelo mundo fonte: Reprodução

Na Dinamarca é comum que as pessoas pulem de cadeiras, na esperança de banir todos os maus espíritos e trazer boa sorte. Elas também quebram pratos nas portas de seus amigos como prova da amizade e lealdade.

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Quando o relógio marca meia-noite na Espanha, os espanhóis comem 12 uvas, uma para cada badalada do relógio. A tradição visa trazer boa sorte para cada mês do novo ano.

No Camboja, as crianças lavam pés dos seus pais e avós para demostrar respeito aos anciãos e para obter bênçãos em troca. Elas seguem a tradição de borrifar água nos rostos uns dos outros, durante a manhã, e nos pés, à noite.

Enquanto isso, na Holanda, os moradores acendem fogueiras em suas casas para queimar árvores de Natal e mergulhos são organizados em uma série de lagos.

(Esta reportagem foi publicada originalmente no G1)