Cotidiano

Jovem é preso por assassinato de médico no Paraná

Da Redação ·
Wellington Vinicius Paris, 29 anos, foi preso em sua casa em Curitiba. Foto: Polícia Civil
Wellington Vinicius Paris, 29 anos, foi preso em sua casa em Curitiba. Foto: Polícia Civil

Latrocínio contra médico é elucidado pela Polícia Civil O latrocínio que vitimou o médico pneumologista Sérgio Roberto Savytzky, 58 anos, foi esclarecido pela Delegacia de Furtos e Roubos (DFR) de Curitiba, na manhã de quarta-feira (21), com a identificação e prisão do suspeito pelo crime. Wellington Vinicius Paris, 29 anos, foi preso em sua residência no bairro Boa Vista, após o cumprimento de um mandado de prisão temporária expedido pela 9ª Vara Criminal da capital. 

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O crime aconteceu no dia 12 de agosto deste ano, no apartamento da vítima situado no bairro Bigorrilho, quando o médico foi assassinado, vítima de esganadura – asfixia por compressão do pescoço com as mãos. O laudo definitivo do Instituto Médico Legal (IML), deverá ser concluído até o final de semana. Após a prática do crime, o suspeito levou o celular, alguns objetos pessoais e o veículo Ecosport prata da vítima, utilizado para fuga. O veículo foi encontrado abandonado, no bairro Capão Raso, no mesmo dia do fato.

Durante as investigações a equipe policial levantou as contradições do suspeito em relação a cena do crime, principalmente após seu depoimento. De acordo com o delegado-adjunto da DFR, Emmanoel David, a Polícia Civil tem indícios consistentes sobre a autoria do crime. “Esse caso gerou grande repercussão por conta do perfil da vítima, que era um médico conhecido em Curitiba.

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Agora as diligências continuam durante o período de prisão preventiva do suspeito, a fim de complementar as provas contra o suspeito, que será encaminhado para a Justiça”, falou o delegado responsável pelo caso, alertando que “existem indícios muito consistentes de que ele cometeu o crime”. O suspeito foi encaminhado para a DFR, onde permanece preso à disposição da Justiça. Ele responderá pelo crime de latrocínio, se condenado poderá pegar até 30 anos de reclusão.