Cotidiano

Defesa acredita na absolvição da médica acusada de antecipar morte de pacientes 

Da Redação ·
Advogado de Virgínia diz que MP não conseguiu provar a ação criminosa. Foto: Divulgação
Advogado de Virgínia diz que MP não conseguiu provar a ação criminosa. Foto: Divulgação

A defesa da médica Virgínia Helena Soares de Souza acredita que ela será absolvida pela Justiça em aproximadamente dois meses. Ela e outras sete pessoas são acusadas de antecipar a morte de pacientes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Evangélico, em Curitiba. Virgínia Souza foi interrogada na quinta-feira (15/09) na capital paranaense. Segundo informações do portal Banda B, a audiência começou na quinta e terminou na madrugada de hoje, A reportagem ouviu o advogado de defesa Elias Mattar Assad. Ele informou que o Ministério Público do Paraná (MPPR) não conseguiu provar que houve ação criminosa no hospital. 

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“O que a médica e a equipe fizeram foram atos de medicina intensiva, que estão dentro das diretrizes da literatura médica. Isso inclui a questão dos remédios e consensos de farmacologia. Qualquer UTI do Brasil teria recebido os pacientes nas mesmas condições e realizado o tratamento de forma igual”, disse o advogado em entrevista à Banda B nesta quinta-feira (16).

Segundo Mattar Assad, é o momento da acusação e defesa desenvolverem e entregarem as alegações finais ao juiz, que deve decidir se os envolvidos serão absolvidos ou se vão a júri popular. O advogado acredita que a sentença do juiz sai em 60 dias e que os acusados serão absolvidos.