Cotidiano

Família de PM assassinado e esquartejado divulga carta de desabafo

Da Redação ·
​Ellen Federizzi relatou à polícia que matou o marido na manhã de 28 de julho. Foto: Divulgação
​Ellen Federizzi relatou à polícia que matou o marido na manhã de 28 de julho. Foto: Divulgação

A família do policial militar Rodrigo Federizzi, que foi assassinado e esquartejado pela esposa, enviou nota à imprensa sobre o crime. No texto, divulgado em primeira mão pelo portal Banda B, os parentes da vítima demonstram preocupação com o filho de nove anos do casal. 

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Confira trechos da nota. “Estamos despedaçados, cada familiar e amigo que conheceu o Rodrigo e sabe a pessoa querida e amável que ele foi, sente a imensa dor que é perdê-lo. O sentimento é de indignação, principalmente pela forma brutal como tudo aconteceu e por todas as mentiras que estão sendo descobertas. Saber o quanto ele trabalhou para dar o melhor ao seu filho e ter sua vida ceifada por uma pessoa em quem ele confiou cegamente e que, até o momento fazia parte da família, é ainda mais doloroso. 

Mas nossa maior preocupação agora é a criança que está envolvida nessa historia terrível e que, mesmo sem culpa nenhuma, terá sua infância marcada por este trauma. Acreditamos que a justiça será feita e só assim poderemos acalmar nossos corações, tendo a certeza de que a pessoa que o tirou de nós está no lugar que merece. Queremos agradecer a todos os policiais civis e militares envolvidos na investigação, que não medem esforços para nos dar respostas, e também a todos que tem rezado por nós nesse momento de tanta tristeza, nosso sincero obrigado”, conclui a nota.

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CRIME
Ellen Federizzi relatou à polícia que matou o marido na manhã de 28 de julho, e depois registrou um boletim de ocorrência de desaparecimento. 
Ela confessou que assassinou Rodrigo com um tiro na cabeça, enquanto ele estava dormindo.Em seguida, segundo depoimento oficial, ela foi até a cozinha e começou a cortar as pernas da vítima usando uma faca de caça que estava na gaveta. No entanto, quando chegou até o osso, segundo depoimento dela, teria optado pela serra.  Ellen disse que colocou o corpo do marido em duas malas e desceu até o estacionamento. Nessa hora, ela contou que o filho brincava no playground do condomínio. O corpo foi enterrado em uma chácara.