Cotidiano

Clonagem de mamutes extintos há milhares de anos é iniciada na Rússia

Da Redação ·
Imagem - Aleksandr Volf/Sputinik
Imagem - Aleksandr Volf/Sputinik

Um grupo internacional de cientistas radicados na Universidade Federal do Noroeste na Rússia confirmou nesta semana que iniciou projeto de clonagem de mamutes, extintos a milhares de anos.

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As informações coletadas durante a primeira fase de clonagem serão analisadas minuciosamente antes de publicações em revistas científicas. 

Pesquisadores sugerem a criação do Centro Mundial de Mamutes da Universidade Federal do Noroeste na Rússia para estimular o estudos paleontológicos dos mais variados tipos.

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Decorridos mais de 50 mil anos, os restos dos mamutes não foram decompostos por conta das baixíssimas temperaturas na área onde os fósseis foram encontrados. No local, o solo congelado do Ártico (permafrost) atua como uma espécie de freezer e conserva materiais biológicos durante milhares de anos.

ATRAÇÃO TURÍSTICA
Cientistas da comunidade internacional avaliam que o Centro Mundial de Mamutes poderá ser uma atração turística, como a Universidade de Yakutsk, na República russa da Yacútia, onde está o maior número de restos de mamute do planeta.