Cotidiano

Bebê que sobreviveu acidente na BR-277 passa bem

Da Redação ·
Maria Fernanda Grassmann foi salva pelo pai e passa bem. Foto: Reprodução/Facebook
Maria Fernanda Grassmann foi salva pelo pai e passa bem. Foto: Reprodução/Facebook

Passa bem a bebê de 19 dias, Maria Fernanda Grassmann, que sobreviveu ao grave acidente entre 13 veículos na BR-277, em Morretes, no litoral paranaense, no último domingo (03/07). A criança saiu ilesa graças ao pai que, em um ato de heroísmo, conseguiu retirá-la do veículo em chamas a tempo. A menina é filha de Carolina Grassmann, 22 anos, e Luz Carlos Silva, 27 anos, que morreram carbonizados. Outras três pessoas morreram no local do acidente. A sexta vítima fatal faleceu na tarde de terça-feira (05/07), no Hospital. 

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Bebê que sobreviveu acidente na BR-277 passa bem fonte: Reprodução

O bebê estava em um GM Celta envolvido no acidente, que deixou ainda outras 13 pessoas feridas.Ela foi reconhecida pela avó e pelas tias na segunda-feira (04/07). O casal estava retornando com a criança após visitar familiares em Morretes.

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Conforme informações da Prefeitura de Morretes, Maria Fernanda está sob os cuidados da avó materna, Eliabe Grasmann. A família recebeu a visita de assistentes sociais e psicólogos após a criança deixar o hospital.

ACIDENTE - No início da noite de domingo (03/07), o caminhão, sem freios, se chocou contra uma mureta e invadiu a pista contrário no km 33 da BR-277. Em seguida, o caminhão-tanque colidiu contra 12 veículos e explodiu.

FIANÇA - O motorista do caminhão-tanque que provocou acidente pagou fiança e deixou a prisão em Curitiba na terça-feira (05/07). A Justiça de Morretes concedeu liberdade provisória ao condutor do veículo de carga após acatar pedido do Ministério Público do Paraná (MP-PR).Ele pagou o equivalente a 10 salários mínimos (R$ 8,8 mil) de fiança e agora vai responde o processo por dolo eventual em liberdade. 

O caminhoneiro teve a Carteira Nacional de Habilitação suspensa e deve comparecer em juízo quando for intimado.O MP-PR sugeriu ainda que o profissional do volante usasse tornozeleira eletrônica, o que foi considerado dispensável pelo juiz da cidade.