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    Polícia Federal investiga comércio de dinheiro falso em rede social 

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    Escrito por da redação
    Publicado em 06.07.2016, 14:15:00 Editado em 06.07.2016, 22:06:58
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    Uma página no Facebook que comercializa dinheiro falso está sendo investigada pela Polícia Federal, de Ponta Grossa, no Paraná (PR). Um inquérito foi instaurado na manhã desta quarta-feira (06/07) após publicação de um anúncio em uma página de negócios da cidade, oferecendo entrega a domicílio mediante pagamento adiantado. 

    O dono do anúncio afirma que o dinheiro comercializado tem alta qualidade, sendo aceito com facilidade no comércio. O anunciante ainda ressalta que as notas passam no teste de autenticidade realizado com uma caneta e ainda avisa aos supostos clientes para não curtirem a página e não compartilharem por questões de segurança e privacidade. 

    Falsificar, fabricar ou alterar moeda metálica ou papel moeda de curso legal no país ou no estrangeiro é crime previsto no artigo 289 do Código Penal. A pena varia de três a 12 anos de prisão e multa. Estará sujeito à mesma pena quem importar ou exportar, adquirir, vender, trocar, ceder, emprestar, guardar ou introduzir na circulação moeda falsa. Mesmo tendo recebido de boa fé, comete crime, com pena prevista de seis meses a dois anos e multa, quem a recebe e a mantém em circulação, repassando a outros.

    COMÉRCIO - O problema das notas falsas é uma preocupação constante do comércio. Segundo a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Apucarana (Acia), cada vez mais, os comerciantes têm buscado formas de combater esse problema através do uso de dispositivos de identificação das notas, como canetas especiais e equipamentos de iluminação especial. 

    RANKING - Em 2015 o Paraná ocupou o quarto lugar no ranking de apreensões de dinheiro falsificado, segundo dados do Banco Central do Brasil. Só até outubro foram 23.185 cédulas falsas apreendidas.Em 2014, o Estado fechou com um total de 33.321 cédulas falsificadas. 

    Saiba como identificar dinheiro falso

    Tamanho: diferente das anteriores, as cédulas novas não possuem os mesmos tamanhos. Eles aumentam de acordo com o valor de cada uma. Assim, a de R$ 2 é a menor e a de R$ 100, a maior

    Elementos fluorescentes: ao expor as notas à iluminação ultravioleta, é possível ver detalhes em destaque

    Faixa holográfica: as notas de R$ 50 e de R$ 100 possuem uma faixa holográfica localizada na extremidade esquerda, no lado que possui a efígie

    Número escondido: com a frente da nota na altura dos olhos, na posição horizontal, em um local com bastante luz, você vê aparecer o número indicativo do valor dentro do retângulo no lado direito da nota.

    Quebra-cabeça: abaixo da inscrição República Federativa do Brasil há um quadrado. Ao olhar a nota contra a luz, a parte da frente e a de trás se completam e formam um número.

    Número que muda de cor: logo ao lado da efígie, na parte superior, há a indicação do valor da nota. Na segunda família esse número muda de cor

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    De acordo com o Banco Central, ao receber uma nota falsa, é preciso proceder da seguinte forma:   

    Em terminal de auto-atendimento ou caixa eletrônico:  dentro de uma agência bancária e durante o expediente - encaminhar-se ao gerente da agência para pedir providências de pronta substituição. Se não obtiver solução satisfatória com o gerente do banco, o cidadão pode procurar uma delegacia policial mais próxima para registrar uma possível ocorrência.   fora de uma agência ou do horário do expediente bancário. 

    Na primeira oportunidade, dirija-se ao gerente de sua agência bancária para pedir providências de pronta substituição. Se não obtiver solução satisfatória com o gerente do banco, o cidadão pode procurar uma delegacia policial mais próxima para registrar uma possível ocorrência.   

    Transação diária:   Ao desconfiar da autenticidade de uma nota após observar os elementos de segurança ou comparar com outra cédula legítima você pode recusá-la. É importante sempre recomendar ao dono do exemplar suspeito que procure uma agência bancária para encaminhamento da nota para ser analisada pelo Banco Central.    

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