Cotidiano

Jovem que passou trote sobre bomba em Curitiba é levado pela polícia para depor

Da Redação ·
Rapaz largou uma mochila no local, com um artefato dentro para simular uma bomba e desta forma chamar atenção de internautas e ficar famoso como youtuber - Imagem: Reprodução
Rapaz largou uma mochila no local, com um artefato dentro para simular uma bomba e desta forma chamar atenção de internautas e ficar famoso como youtuber - Imagem: Reprodução

A chefia da Delegacia de Explosivos, Armas e Munição (Deam) de Curitiba confirmou nesta terça-feira (10) à tarde que o rapaz responsável por um trote ocorrido no último sábado (7) dando conta que havia uma bomba nas cercanias da estufa do Jardim Botânico da Capital do Paraná, já foi identificado levado para depor. Segundo investigadores, ele pode ser preso por falsa comunicação de crime e apologia ao crime. A Polícia Civil vai conceder entrevista coletiva relacionada ao caso às 16h30 desta terça-feira.

O rapaz largou uma mochila no local, com um artefato dentro para simular uma bomba e desta forma chamar atenção de internautas e ficar famoso como youtuber. O jovem admitiu que essa seria sua intenção em um vídeo postado no Youtube (clique aqui e assista) e, ao que parece até agora, conseguiu seu "objetivo" de ficar famoso por algum tempo.

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O esquadrão antibombas da Polícia Militar, que constatou não haver explosivo em mochila deixada no Jardim Botânico de Curitiba - Foto: Divulgação

Quando a bolsa foi localizada por funcionários do Jardim Botânico, parte do local foi isolado por questão de segurança. A situação exigiu mobilização do esquadrão antibombas da Polícia Militar, que constatou não haver explosivo na mochila. A ação do esquadrão chamou a atenção de populares, que pararam para ver o que estava acontecendo.

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Trote mobilizou esquadrão antibombas em Curitiba - Foto: Arquivo


ATO PASSÍVEL DE PUNIÇÃO
Segundo nota divulgada pelo comando da PM do Paraná sobre a situação, “passar trote à PM ou a qualquer órgão de segurança é prejudicial ao trabalho policial bem como ao atendimento à população, ato este passível de punição. Após o ocorrido, a situação passa a ser tratada pela Polícia Civil, a quem cabe a investigação. No momento da situação foi registrado um Boletim de Ocorrência, compartilhado entre os órgãos de segurança”.