Cotidiano

Suspeitos de venda irregular de ingressos do UFC são ouvidos 

Da Redação ·
Delegado da Delcon dutante entrevista coletiva em Curitiba - Foto: Divulgação/Polícia Civil
Delegado da Delcon dutante entrevista coletiva em Curitiba - Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil ouviu cinco suspeitos na manhã desta sexta-feira (15), em Curitiba, sobre a venda irregular de ingresso para o evento UFC, que ocorre no Estádio Joaquim Américo Guimarães, na Arena  da Baixada, no próximo mês. A operação denominada 'Armlock', visa fiscalizar e proibir a venda irregular de entradas para o evento. 

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De acordo com o delegado-titular da Delegacia de Crimes Contra a Economia e Proteção ao Consumidor (Delcon), Guilherme Rangel em alguns casos era possível encontrar ingressos de R$ 140 por R$ 600. Vender ingressos de evento esportivo, por preço superior ao estampado no bilhete gera uma pena de um a dois anos, além de multa. 

Cinco mandados de busca e apreensão também foram cumpridos na residência dos envolvidos no esquema de venda abusiva, nos bairros Portão, Hugo Lange, Rebouças, Boqueirão e Bairro Alto. Nada foi localizado. A polícia também pediu o bloqueio de dois sites que estavam praticando este crime, o site Mercado Livre e o Ticketbis. 

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A polícia também pediu o bloqueio de dois sites que estavam praticando este crime, o site Mercado Livre e o Ticketbis - Foto: Divulgação Polícia Civil

“Esses dois sites estão proibidos de vender ingressos para o evento, apenas o site oficial do UFC tem este direito”, afirma Rangel, completando que “se os sites não cumprirem a ordem judicial será aplicada uma multa diária de R$ 3 mil por anúncio”. Na semana do evento a delegacia intensificará os trabalhos de fiscalização para coibir qualquer ação irregular. 

As investigações continuam para apurar o número de vítimas lesadas. A Polícia pede para que as denúncias sejam feitas através do e-mail da especializada, delcon@pc.pr.gov.br ou pelo telefone (41) 3883 7100. Além dos policiais civis da Delcon, a operação contou com o apoio de policiais do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope).