Cotidiano

Grupo de populares invade e acampa no terreno em que mulher foi estuprada em Curitiba

Da Redação ·
Cerca de 200 famílias já estão no local acampadas, esperando parecer da organização própria, para que comecem a construir as casas em Curitiba - Foto: Banda B
Cerca de 200 famílias já estão no local acampadas, esperando parecer da organização própria, para que comecem a construir as casas em Curitiba - Foto: Banda B

Um grupos de pessoas residente no bairro São Braz, em Curitiba, invadiu mais uma vez, nesta segunda-feira (21), um imóvel sem edificação que está abandonado e servia como esconderijo para criminosos e usuários de drogas.A primeira invasão foi registrada na noite de sábado (19), após uma moça ter sido vítima de estupro no terreno, situado na margem da Rua José Rubens de Lima. 

A área é grande, tem matagal e já foi usada para a prática de outros crimes como – desovas, roubos, tráfico de drogas  – e também depósito de água parada, segundo os moradores.A promessa dos manifestantes é não sair do local, demarcar espaços e construir casas. São dezenas de famílias da região e ainda de municípios da região de Curitiba, que garantem manutenção no terreno e, com isso, o fim da violência.

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MULTAS - A Prefeitura de Curitiba relatou que o proprietário vem sendo multado frequentemente. Na noite de sábado, o dono do terreno chegou no local acompanhado da Polícia Militar (PM). Segundo os manifestantes, ele disse que preferia pagar a multa estipulada pela Prefeitura da Capital do Paraná do que limpar o imóvel.

200 FAMÍLIAS
- Cerca de 200 famílias já estão no local acampadas, esperando parecer da organização própria, criada entre eles, para que comecem a construir as casas. Os vizinhos do Terrão aprovam a invasão .A Prefeitura de Curitiba relatou que o proprietário vem sendo multado frequentemente.