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Estudo cria mapa do planeta baseado na vulnerabilidade a mudanças climáticas

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As áreas com maior sensibilidade à mudanças climáticas foram a tundra Ártica, parte do cinturão das florestas boreais, florestas tropicais, regiões alpinas ao redor do mundo, regiões de estepe e pradarias da Ásia central e nas Américas, florestas sul-americanas, e áreas do leste australiano. Foto: LEFT/Bergen University
As áreas com maior sensibilidade à mudanças climáticas foram a tundra Ártica, parte do cinturão das florestas boreais, florestas tropicais, regiões alpinas ao redor do mundo, regiões de estepe e pradarias da Ásia central e nas Américas, florestas sul-americanas, e áreas do leste australiano. Foto: LEFT/Bergen University

Usando dados de satélites do período compreendido entre 2000 e 2013, pesquisadores criaram um "índice de sensibilidade da vegetação," o que na prática é um mapa mundial baseado na sensibilidade à mudanças climáticas dos últimos 14 anos.

O autor principal da pesquisa, Alistair Seddon, afirmou que as áreas com maior sensibilidade à mudanças climáticas foram a tundra Ártica, parte do cinturão das florestas boreais, florestas tropicais, regiões alpinas ao redor do mundo, regiões de estepe e pradarias da Ásia central e nas Américas, florestas sul-americanas, e áreas do leste australiano.

Os autores da pesquisa usaram dados coletados por satélite referentes à temperatura do ar, disponibilidade de água e cobertura de nuvens para determinar o quanto tais áreas foram alteradas devido a mudanças climáticas. Seddon afirma que esse tipo de informação pode ser útil para que governos nacionais controlem seus ecossistemas.

O estudo foi publicado na revista Nature 

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