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Cérebro se ilumina quando concordam conosco

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Você pode pensar que conhece sua própria mente, mas as opiniões dos outros importam. Uma pesquisa revelou que sentimos prazer quando alguém concorda com a gente porque os centros de prazer do cérebro são iluminados, revelou o jornal inglês Daily Mail nesta quinta-feira (17).

 

A descoberta sugere que pessoas como o jurado do programa American Idols, Simon Cowell, que sentem prazer em discussões, seriam mais felizes se fossem mais agradáveis.

 

Pesquisadores britânicos e dinamarqueses pediram a um grupo de voluntários que fizesse uma lista de 20 músicas de que eles gostavam, mas que não faziam parte de sua coleção musical.

 

Depois, eles classificaram as músicas com notas que iam de um a dez, dependendo de quanto queriam uma música, em que dez significava uma que “precisava ter”.

 

Enquanto seus cérebros eram escaneados, os participantes receberam o nome de uma das músicas de sua lista e o título de uma canção pouco conhecida, e tiveram de dizer qual das duas preferiam.

 

Por último, eles ficaram sabendo qual das duas músicas um “par de especialistas” tinha escolhido como a melhor.

 

A equipe de pesquisadores descobriu que, quando os críticos concordavam com a escolha dos voluntários, o estriado ventral, uma área do cérebro associada com o prazer com dinheiro e com comida, se tornou ativo, explicou o pesquisador Daniel Campbell-Meiklejohn, do Centre of Functionally Integrative Neuroscience, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca.

 

- Todos gostamos de recompensas, o que se reflete em atividade no estriado ventral. Nosso estudo mostra que nosso cérebro responde de forma parecida quando os outros concordam conosco.

 

Segundo ele, isso mostra que concordar com os outros pode ser tão prazeroso quanto outras recompensas mais básicas.

 

Assim que saíram da ressonância magnética, os voluntários tiveram que dar nota às músicas novamente – e muitos deles mudaram suas opiniões para que fossem as mesmas dos críticos. Eles tendiam a aumentar a nota de uma das músicas se os críticos também gostavam dela e a diminuíam se eles a tivessem detestado.

 

Quando ouviram a música em casa, o cérebro deles se acendia mais caso a canção tivesse recebido elogios dos críticos. Segundo o pesquisador, não somente algumas pessoas são mais influenciadas pelas opiniões dos outros mas, agora, é possível dizer quem são elas por meio de sua atividade cerebral.

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Edhucca

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