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GM FOI CHAMADA

Susto: cobra é encontrada em carro de professora em Arapongas; veja

O susto foi grande, pois o veículo da educadora estava na escola que ela leciona

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Uma cobra-verde foi encontrada no carro de uma professora de Arapongas. O susto foi grande, pois o veículo da educadora estava na escola que ela leciona, no centro da cidade. A Guarda Municipal foi chamada e capturou a cobra.

Conforme a GM, a cobra estava em meio ao para-lamas traseiro esquerdo do veículo, sendo então utilizado técnicas e materiais adequados para a captura do réptil. Na sequência, a cobra foi encaminhada para soltura em vegetação nativa, longe da área urbana, hábitat ideal para a espécie. Veja o momento da soltura:

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Sobre a cobra:

Nomes populares: Cobra verde, cobra cipó

Nomes científicos: Philodryas olfersii

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Descrição: Apresentam coloração verde com uma faixa longitudinal de cor marrom-ocre no dorso, que vai da cabeça até a cauda.

Habitat: Estes ofídios pertencentes à família Colubridaee têm ampla distribuição na América do Sul. No Brasil são encontrados desde o Amazonas até o Rio Grande do Sul. Ação do veneno: Mesmo não tendo características de ofídio peçonhento, como presas inoculadoras de veneno ou fosseta loreal podem causar alterações locais (ação proteolítica) e sistêmicas (ação hemorrágica).

Sintomatologia: Apesar da relativa frequência, os acidentes causados por cobra verde são em geral, oligossintomáticos, porque esta espécie é opistoglifodonte, isto é, possui os dentes inoculadores de veneno na região posterior do maxilar superior, dificultando a inoculação do veneno. Quando na mordedura são incluídos os dentes posteriores, as manifestações clínicas podem ser bastante expressivas: dor e edema local volumoso, aparecimento de equimoses (manchas escuras) e sangramentos. Este quadro, semelhante ao envenenamento botrópico, dificulta o diagnóstico nos casos em que não é possível identificar a serpente.

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Tratamento: Nos casos em que o agente causal foi capturado e identificado, é necessária a observação clínica cuidadosa pelo menos por 24 horas. O tratamento é sintomático incluindo hidratações parenterais, analgésicos, antiinflamatório, controle de eletrólitos e da diurese. Não existe, até o momento, soro específico para os acidentes com colubrídeos. Devido à frequência e potencial gravidade destes acidentes, alertamos os médicos para os riscos que representam, principalmente se tratando de crianças. Notificar o Centro de Controle de Intoxicações. Com informações, UEM.

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