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Negociação salarial não avança no polo moveleiro; saiba mais

Sindicatos patronal e dos trabalhadores de Arapongas marcaram nova reunião para o próximo dia 14 em busca de um consenso

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Negociação salarial não avança no polo moveleiro; saiba mais
Autor Terminou sem acordo a segunda reunião entre os representantes do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Arapongas - Foto: Arquivo/TN

Terminou sem acordo a segunda reunião entre os representantes do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Arapongas (Sticma) e do Sindicato das Indústrias de Móveis de Arapongas (Sima). Eles se reuniram na semana passada para tratar da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) para 2022/2023, que tem como data-base 1º de maio.

A categoria reivindica reposição da inflação do período – 12,47% - e mais 3% de ganho real e outros 3% de valorização do piso. O índice geral de reajuste solicitado chega a 19,31%, levando em conta as diferentes faixas salariais.

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Na última reunião, na terça-feira passada (31), o Sima ofereceu 8% de aumento para os trabalhadores, segundo o presidente do Sticma, Carlos Roberto da Cunha. O índice é o mesmo da convenção coletiva em vigência.

“Não aceitamos essa contraproposta e marcamos uma nova reunião para o próximo dia 14”, diz o sindicalista. O Sticma representa cerca de 10 mil trabalhadores, sendo 8,5 mil apenas em Arapongas. Os demais estão distribuídos em fábricas de Rolândia, Sabáudia, Pitangueiras, Apucarana e Califórnia.

Na convenção atual, o piso mensal de ingresso é de R$ 1.378,08 (para auxiliares gerais e para pessoas que nunca trabalharam em uma fábrica de móveis). O valor sobe para R$ 1.605,96 após seis meses de efetivação no trabalho.

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