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Câmara de Arapongas inicia novo ano com quase 100 indicações

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Sessão ordinária da Câmara de Arapongas
Sessão ordinária da Câmara de Arapongas

A Câmara de Vereadores de Arapongas realizou na tarde de segunda-feira (3) a primeira sessão ordinária de 2020, abrindo desta forma os trabalhos do novo ano legislativo. O longo período de recesso, que começou no dia 10 de dezembro de 2019, fez com que os vereadores voltassem para os trabalhos com um pacote de proposições para serem apresentadas neste primeiro encontro do último ano de mandato.
Somente nesta primeira sessão foram apresentadas 98 indicações com os mais diferentes pedidos ao Poder Executivo e aos órgãos públicos. Dessas indicações, 53 delas são de autoria do vereador Levy Aparecido Xavier (PHS), o Levy do Handebol, 16 do vereador Fernando Henrique Oliveira (PSDB) e 10 do vereador Reivaldo dos Santos (PTB).
Também foram apresentados 10 requerimentos, oito deles do vereador Fernando Henrique Oliveira, um da vereadora Angélica Ferreira (PSC) e um do vereador Ademir Gallo Esplendor (PDT). Ao mesmo tempo, foram lidos em plenário, para votação na próxima sessão, sete projetos de lei, dos quais cinco do Poder Executivo e dois do Legislativo.
Em contrapartida, a Câmara recebeu do Poder Executivo 8 vetos do prefeito Sérgio Onofre da Silva (PSC) a projetos de lei elaborados e aprovados pelo Legislativo no final do ano passado. Esses vetos deverão ser analisados na sequência das próximas sessões, podendo ser acatados ou rejeitados pelos vereadores.
O processo de cassação do mandato da vereadora Angélica Ferreira, que acabou sendo absolvida na sessão extraordinária de sexta-feira passada, também dominou os debates. “A sensação que tenho é de alívio, porque por diversas vezes, nos últimos três meses, a insônia, a revolta e a mágoa me acompanharam”, disse Angélica. “Mas tudo que é dado por Deus homem nenhum tira e não seria diferente, porque nada na minha vida veio fácil. Mas eu não me sinto vítima por isso, muito pelo contrário, eu louvo a Deus por cada conquista, por cada batalha”, comentou.
Ela assinala que o que queriam era destruir a sua pessoa, porém o tiro saiu pela culatra. “Hoje a sociedade conhece os mentirosos, os que se beneficiam do poder público e até vereadora Angélica que não conhecia antes”, disse.

O vereador Fernando Henrique Oliveira, que presidiu a Comissão Processante (CP) que apurou a denúncia contra Angélica Ferreira, afirmou que jamais em sua vida imaginou que passaria por um constrangimento tão grande como passou na sessão extraordinária da última sexta-feira. Ele assinala que tanto ele, como demais integrantes da CP, o Pastor do Mercado (MDB) e Agnelson Galassi (PHS) fizeram de tudo para serem mais corretos possíveis. E a conclusão foi a de que não foram encontradas provas que pudessem condenar a vereadora, embora, conforme assinala, a denúncia tivesse este direcionamento.

 

 

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