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Arapongas

Procon aponta variação de preços de até 205% nos supermercados

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O Serviço de Proteção ao Consumidor (Procon) de Arapongas divulgou uma pesquisa realizada nos supermercados e ‘atacarejos’ do município, com base nos produtos da cesta básica. De acordo com o levantamento, o produto com maior variação foi a batata, que atingiu até 205% de oscilação entre um estabelecimento e outro. A variação da cesta básica ficou em 14%.

De acordo com o Procon araponguense, a pesquisa de preços foi realizada entre os dias 11 e 18 de abril, em oito supermercados e dois atacarejos. Foram pesquisados, ao todo, 13 produtos, com base no Decreto Lei nº 399/1938: carne bovina, leite integral, feijão, arroz tipo 1, farinha de trigo, batata, tomate, pão francês, café em pó, banana, açúcar cristal, óleo de soja e manteiga.As quantidades diárias definidas na legislação foram convertidas em quantidades mensais para o cálculo da cesta básica. 

Foram considerados os menores valores encontrados em cada estabelecimento.A batata foi o item que mais variou: 205%. Ela foi encontrada custando entre R$ 0,98 e R$ 2,99 o quilo. Em seguida aparece a banana, custando entre R$ 1,79 e R$ 3,99, variação de 123%. Na sequência está a manteiga, com diferença de preço de 86%. O produto foi encontrado custando entre R$ 1,98 e R$ 3,69.O tomate apresentou variação de 84% no comparativo. 

Os preços praticados nos estabelecimentos da cidade, de acordo com a pesquisa, ficaram entre R$ 2,97 e R$ 5,45 o quilo. Já o quilo do feijão teve oscilação de 53%, indo de R$ 2,49 a R$ 3,82.A pesquisa divulgada pelo Procon aponta que o valor total da cesta básica apresentou variação de até 81%, indo de R$ 47,19 a R$ 85,38. No entanto, esse cálculo compara todos os estabelecimentos e em seis  deles, pelo menos um dos produtos listados não foi encontrado. A variação, levando em conta apenas os estabelecimentos onde todos os itens da lista foram encontrados, foi de 14%, indo de R$ 75,15 a R$ 85,38.

De acordo com o coordenador do Procon de Arapongas, Paulo Sérgio Camparoto, a pesquisa serve para fazer com que os consumidores se atentem para a grande variação de preços entre estabelecimentos. “Visto que os preços não são tabelados, cada estabelecimento pode fixar o preço que quiser nos produtos que vende, dentro dos princípios de livre mercado. Por isso, a orientação aos consumidores que querem pagar os menores preços nos produtos é pesquisar”, destaca.A pesquisa completa, inclusive com os nomes dos estabelecimentos e respectivos preços encontrados pelos funcionários do Procon, pode ser acessada através da página do Facebook do órgão. O Procon ressalta ainda que os preços encontrados nos estabelecimentos no dia da coleta podem sofrer alterações.

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