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Arapongas

Projeto exige bancos com vigilância armada 24 horas em Arapongas

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Projeto exige dos bancos e cooperativas de crédito a colocação de vigilância armada em suas agências durante 24 horas por dia. Foto: Tribuna do Norte
Projeto exige dos bancos e cooperativas de crédito a colocação de vigilância armada em suas agências durante 24 horas por dia. Foto: Tribuna do Norte

O presidente da Câmara de Arapongas, vereador Osvaldo Alves dos Santos (PSC), o Osvaldinho, teve projeto de lei aprovado na sessão ordinária desta semana que exige dos bancos e cooperativas de crédito a colocação de vigilância armada em suas agências durante 24 horas por dia, inclusive aos sábados, domingos e feriados. Agora o projeto segue para análise e sanção ou não do prefeito Sérgio Onofre da Silva (PSC).

Segundo Osvaldinho, os bancos precisam dar maior segurança aos prédios de suas agências, que são alvos constantemente de explosão de caixas eletrônicos por parte de quadrilhas especializadas. São episódios que, conforme assinala, aterrorizam a cidade e deixam a população insegura.Da mesma forma, conforme o presidente do Legislativo, é necessário que as instituições financeiras deem mais segurança também para os clientes. 

“Os bancos não dão nenhuma proteção para as pessoas dentro e na saída das agências”, afirma Osvaldinho. Ele assinala que são constantes os assaltos a aposentados logo que saem do banco após sacar dinheiro da aposentadoria. Conforme o vereador, isso acontece também com outras pessoas que vão às agências durante a semana, nos sábados, domingos, feriados e no horário noturno.

Para Osvaldinho, os bancos e demais instituições financeiras têm um lucro grande nas suas atividades, mas carecem de medidas de proteção ao seu próprio patrimônio e aos seus clientes. No seu entender, não custa muito aos bancos adotar medidas de segurança que possam proteger as agências e os seus usuários. “Além disso, essas instituições financeiras estarão garantindo emprego para os vigilantes”, comenta.

O QUE DIZ O PROJETO
De acordo com seu projeto, os vigilantes devidamente capacitados que irão prestar o serviço deverão permanecer no interior da instituição bancária ou da cooperativa de crédito, em local onde possam se proteger durante a jornada de trabalho. Também deverão dispor de botão de pânico e terminal telefônico para acionar rapidamente a polícia, além de dispositivo que acione sirene de alto volume no lado externo do estabelecimento para chamar a atenção de transeuntes e afastar delinquentes de forma preventiva.

Pelo projeto, considera-se vigilante a pessoa adequadamente preparada com cursos de formação para o ofício, devidamente regulamentada pela legislação pertinente. Para tornar operacional o botão de pânico, o Município de Arapongas deverá estabelecer convênio com a Secretaria de Segurança Pública do Paraná.

Determina ainda o projeto de lei de Osvaldino que os bancos e cooperativas de crédito deverão instalar escudo de proteção ou cabine para vigilantes com no mínimo dois metros de altura contendo assento. Da mesma forma as agências terão que instalar câmeras de circuito interno monitorando todos os acessos do público, entradas e saídas.

 
 
 


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