Mais lidas
Arapongas

​Professores e servidores realizam protesto em Arapongas

.


Professores e servidores da rede estadual de ensino realizaram um ato de protesto nesta sexta-feira (13) em via pública do perímetro urbano de Arapongas. 

Eles dão continuidade a mobilização contra medidas de contenção de gastos adotadas pelo governo do Estado do Paraná. Durante a manifestação não houve registro de qualquer tipo de incidente. O governo do Paraná recuou sobre a adoção das medidas após intenso protesto realizado na Assembleia Legislativa (Alep) por professores e servidores.

APUCARANA - Ontem, houve protestos da categoria em diversas rodovias do Estado e professores da região fizeram manifestações locais como forma de apoiar a mobilização que se concentrou na Assembleia Legislativa. Na região, a paralisação ainda recebeu apoio de instituições estaduais de ensino superior. 

Em Apucarana, professores voltaram a ocupar o Núcleo Regional de Educação (NRE) por volta das 7h30 de ontem. Os grevistas ficaram na sede até às 15 horas quando trancaram as portas com correntes e cadeados impedindo a entrada de funcionários no local. A ocupação do prédio do NRE impediu a redistribuição de aulas agendada para ontem. 

CURITIBA - Oito mil pessoas participaram do protesto em Curitiba na quinta-feira, de acordo com a Polícia Militar, e o pacote de medidas, parte das reivindicações dos trabalhadores, foi retirado da pauta de votações da Assembleia Legislativa para revisão. Durante a manifestação, houve tumulto e confronto com a polícia. Seis  manifestantes e cinco policiais ficaram levemente feridos.

Um homem de 61 anos, que estava em frente à Alep, precisou ser levado a um hospital com crise de hipertensão. Na manhã desta sexta, dezenas de manifestantes ainda permaneciam acampados em frente ao prédio da Assembleia.

Os servidores protestaram desde segunda-feira (9) contra o pacote de medidas – "pacotaço" – do governo estadual que, entre outros itens, afeta a carreira dos educadores. Entre as exigências dos trabalhadores da Educação estão o pagamento de benefícios atrasados e a reabertura dos turnos fechados no fim de 2014.

A greve da categoria começou na segunda-feira e prejudica quase um milhão de estudantes da rede pública estadual de educação.

×

Newsletter

Conteúdo direto para você:

Quero Receber