Arapongas

Sesp encaminha delegado adjunto para Arapongas

Da Redação ·
Embora nunca tenha trabalhado aqui, acredito que toda cidade com mais de 100 mil habitantes tem um perfil semelhante” Paulo Gomes de Souza, novo delegado
Embora nunca tenha trabalhado aqui, acredito que toda cidade com mais de 100 mil habitantes tem um perfil semelhante” Paulo Gomes de Souza, novo delegado

A 22ª Subdivisão Policial de Arapongas - em processo de implantação - garantiu reforços. Um novo delegado adjunto, vindo da cidade de Sertanópolis, assumiu cargo na delegacia. Paulo Gomes de Souza trabalhará ao lado do delegado-chefe Carlos Marcelo Sakuma.

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De acordo com o delegado-chefe, o reforço é importante para auxiliar os trabalhos já desenvolvidos, além de contribuir para que não haja acúmulo de inquéritos e consequente morosidade na elucidação dos crimes. 

“Com certeza, a vinda de mais um delegado é algo que nos ajudará muito nos trabalhos que já vêm sendo desenvolvidos. Diante do esforço em trazer uma subdivisão para cá, o Governo do Estado tem se esforçado para conseguir melhorar o nosso quadro de profissionais”. Nos últimos três meses, a cidade recebeu dois escrivães, três investigadores e um delegado.

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O novo delegado, Paulo Gomes de Souza, trabalha na Polícia Civil há 20 anos, e já passou por cidades como Foz do Iguaçu, Palotina, Ibiporã, Bela Vista, Sertanópolis, entre outras. 

“Embora nunca tenha trabalhado aqui, acredito que toda cidade com mais de 100 mil habitantes tem um perfil semelhante. Estou contente com a mudança e encaro a transferência para cá como algo que faz parte da carreira policial. Estamos aqui para ajudar no que for preciso, viemos para trabalhar”, diz.

REIVINDICAÇÃO
O aumento no efetivo da Polícia Civil é uma demanda que vem sendo discutida desde o início do ano em Arapongas. Atualmente a delegacia conta com 14 investigadores, 8 escrivães e agora dois delegados.

A instalação da 22ª Subdivisão Policial de Arapongas, anunciada no início de outubro, mas que ainda não foi inaugurada, reforça a necessidade de um quadro maior de profissionais. “Estamos melhorando o efetivo, mas o ideal seria mais do que temos hoje. A cidade tem a necessidade de pelo menos 3 delegados, 14 escrivães e 20 investigadores”, pontua o delegado-chefe de Arapongas, Marcelo Sakuma.