Arapongas

Fiéis comemoram Dia de Santo Antônio

Da Redação ·
Luciano Araújo da Silva, pároco responsável pela Paróquia Santo Antônio de Pádua, explica que essa fama de ser responsável por ajudar as pessoas a irem para o altar começou quando o santo ainda era vivo
fonte: Sérgio Rodrigo
Luciano Araújo da Silva, pároco responsável pela Paróquia Santo Antônio de Pádua, explica que essa fama de ser responsável por ajudar as pessoas a irem para o altar começou quando o santo ainda era vivo

A Igreja Católica comemora hoje (13) o dia de Santo Antônio, um dos mais famosos e queridos. Tradicionalmente conhecido entre os fiéis como casamenteiro, o santo é homenageado durante toda a semana na paróquia dedicada a ele em Arapongas.

Luciano Araújo da Silva é o pároco responsável pela Paróquia Santo Antônio de Pádua. Ele explica que essa fama de ser responsável por ajudar as pessoas a irem para o altar começou quando o santo ainda era vivo.

O prefeito da cidade em que o santo morava baixou um decreto dizendo que ricos e pobres não poderiam casar-se uns com os outros. Santo Antônio bateu de frente e disse que o amor é que deveria ser levado em consideração. Começou aí a fama de casamenteiro”, explica ele.

Diversas simpatias são realizadas com a imagem do santo, como jogá-la pela janela ou colocá-la de ponta cabeça em um copo com água. Todas elas têm o objetivo de conseguir um par romântico. “A Igreja nunca viu essas crendices populares com maus olhos. Nós respeitamos todas essas tradições”, afirma Luciano.

Mas o padre ressalta que a história do santo vai muito além do casamento. “Santo Antônio possuía uma mente privilegiada. Ele era muito culto e eloquente e tem uma história muito rica”.

A imagem mais popular do santo é com ele segurando o menino Jesus no colo. Segundo a história, Santo Antônio orava em um convento quando pessoas o viram com o menino Jesus nos braços.

Outro milagre, eternizado em um mural na parede exterior da Paróquia de Santo Antônio de Pádua, em Arapongas, foi realizado quando ele pregava na beira de um rio. Os pescadores se recusavam a escutá-lo. Foi quando os peixes se aproximaram para ouvi-lo.

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