Apucarana

Secretaria da Mulher doa “polvinhos do amor” à UTI Neonatal

Hospital da Providência recebe artesanato para ajudar na recuperação de bebês prematuros.

Da Redação ·

 A Secretaria da Mulher e Assuntos da Família doou 41 polvinhos do amor, na última sexta-feira (11), confeccionados por artesãs da Rede de Mulheres Solidárias, para a UTI Neonatal do Hospital da Providência. Os polvinhos acalmam os bebês prematuros internados – o uso deles teve início em 2013, na Dinamarca, com resultados extraordinários no bem-estar e recuperação dos prematuros. Os polvinhos de linha de algodão ficam dentro da incubadora.

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A secretária municipal da Mulher de Apucarana, Denise Canesin, acompanhada da artesã da Rede de Mulheres Solidárias Maria de Lourdes Bertoni, entregou os polvinhos para a coordenadora da UTI Neonatal, Juliana Colla, ao lado da Irmã Irene Bampi, a gerente de enfermagem Erica Sanches e o coordenador do Projeto Elos da Vida, David Brito.

Para a secretária, a iniciativa da doação é muito importante, em especial em um momento como o atual, em que o foco da atenção pública está na pandemia. “Os bebês prematuros não deixam de se beneficiar dos polvinhos, que trazem essa sensação de segurança para eles. A contribuição das artesãs da Rede de Mulheres Solidárias é muito bem vinda”, disse.

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Além disso, Denise fez um apelo à sociedade apucaranense: “Doações de linha Barroco 4 são muito bem-vindas. É o material que usamos para a confecção dos polvinhos. Quem puder doar, por favor, entregue no Espaço Mulher (Rua Oswaldo Cruz, 432)”, salientou.

A enfermeira Juliana agradeceu, em nome da equipe do hospital, a doação dos polvinhos do amor. “Somos muito gratos pela doação. Nós, que trabalhamos na UTI Neonatal, podemos ver os resultados do uso deles: os bebês ficam mais calmos, como se sentissem a proteção de alguém ao lado”, explicou.


Ela acrescentou que esse efeito tranquilizador se deve ao fato de que os tentáculos dos polvinhos assemelham-se ao cordão umbilical. “A respiração e os batimentos cardíacos se normalizam e os bebês não tentam arrancar os fios de alimentação e dos monitores.”